sexta-feira, 11 de outubro de 2013

POR QUE ESTUDAR A PROFECIA BÍBLICA?

Muitas pessoas demonstram uma atitude negativa para com a profecia bíblica. Alguns dizem: “Minha preocupação é apenas com o momento presente; portanto, não me incomode com ideias acerca do futuro”. Outros afirmam: “Se ninguém consegue entender as profecias da Bíblia, por que dar-se ao trabalho de estudá-las?”. Há outros, ainda, que declaram: “Nós não estudaremos a profecia bíblica em nossa igreja porque ela provoca divisões!”.
Os defensores da Teologia da Substituição, entre outros, alegam o seguinte: “Na Bíblia há pouquíssimas, se é que existem, profecias relativas a acontecimentos futuros que transcendem o nosso tempo. Quase todas as profecias bíblicas se cumpriram até o final do primeiro século d.C.”.
Essas atitudes levam as pessoas a desconsiderarem de 20% a 25% da revelação de Deus nas Escrituras – revelação essa que Deus preparou para que o homem dela se aproprie e lhe obedeça.
Seguem abaixo algumas importantes razões pelas quais os crentes em Cristo devem estudar a profecia bíblica:

É impossível entender o propósito de Deus para a história sem a profecia bíblica

Deus declarou:
“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade; que chamo a ave de rapina desde o Oriente e de uma terra longínqua, o homem do meu conselho. Eu o disse, eu também o cumprirei; tomei este propósito, também o executarei” (Is 46.9-11; cf. Is 14.24,26-27).
 
Esses textos das Escrituras revelam a existência de um único Deus verdadeiro, o qual tem um propósito soberano para a história. No passado, Deus planejou e determinou aquilo que aconteceria na Terra; além disso, Ele, por intermédio dos profetas, declarou ao ser humano os acontecimentos futuros, até mesmo o fim da história desta Terra. Então, no decorrer da história, Deus soberanamente leva ao pleno cumprimento tudo aquilo que Ele planejou, determinou e declarou através dos profetas. Ninguém pode impedir que Deus cumpra Seu propósito soberano para a história.
Nabucondonosor, rei de Babilônia, entendeu que o Deus da Bíblia controla a história. Após Deus discipliná-lo com uma espécie de doença mental e levá-lo a viver como um animal selvagem, Nabucodonosor disse:
“Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Dn 4.34-35).
As Escrituras proféticas são o registro escrito do que Deus predisse ao homem, por intermédio dos profetas, acerca dos acontecimentos futuros, inclusive do que diz respeito ao fim da história desta Terra. Por conseguinte, ninguém pode entender o propósito de Deus para a história sem o estudo da profecia bíblica.
Não é sem motivo que o Apocalipse foi o último livro da Bíblia a ser escrito. Deus planejou que esse livro fosse o ponto culminante de Sua divina proclamação à humanidade, porque prediz a maneira pela qual Ele dará cumprimento a Seu propósito para a história. Por isso, aqueles que evitam o estudo do livro de Apocalipse continuarão ignorando o modo pelo qual Deus alcançará o Seu objetivo.

A profecia bíblica é uma excelente ferramenta de evangelização

Deus fez o registro dos acontecimentos futuros nas Escrituras Sagradas, não para satisfazer nossa curiosidade, mas para que fosse um instrumento de transformação da vida das pessoas de todas as gerações. Deus utiliza a profecia bíblica para advertir as pessoas descrentes quanto ao juízo vindouro e ao dia da vingança que Ele preparou para este mundo rebelde e para todos os que se recusam a receber Seu gracioso dom da salvação pela fé em Jesus Cristo, o Filho de Deus que foi crucificado, sepultado e que ressuscitou dos mortos. O Espírito Santo usa a profecia bíblica para convencer os perdidos da necessidade urgente de confiarem em Cristo, agora mesmo, como seu único Salvador, antes que seja tarde demais para eles.
Eu fui testemunha da conversão de pessoas que chegaram ao conhecimento da salvação em Jesus Cristo através da pregação da profecia bíblica. Por exemplo, o Espírito Santo agiu através do ensino da profecia bíblica para conduzir oito funcionários do escritório de uma empresa e um supervisor escolar à fé salvadora em Cristo durante a conferência que dirigi numa igreja. Todo crente que se esquiva do estudo e do ensino da profecia bíblica perde a oportunidade de usar uma eficiente ferramenta de evangelização que o Senhor nos concedeu.

É impossível entender o plano de Deus para Israel sem a profecia bíblica

1. No passado

Deus estabeleceu um relacionamento exclusivo com a nação de Israel:
“Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra” (Dt 7.6; cf. Dt 14.2).
 
Além disso, as Escrituras afirmam que Deus estabeleceu esse relacionamento com Israel para sempre. O rei Davi disse para Deus: “Estabeleceste teu povo Israel por teu povo para sempre” (2 Sm 7.24). Na realidade, o apóstolo Paulo menciona que, apesar da incredulidade da nação de Israel, a sua eleição ou vocação da parte de Deus para tal relacionamento exclusivo nunca há de mudar (Rm 11.26-29).
Blackstone

 
Deus não estabeleceu esse relacionamento com a nação de Israel porque ela era superior às demais nações. Moisés declarou aos israelitas: “Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos” (Dt 7.7). Pelo contrário, Deus estabeleceu tal relacionamento porque ama essa nação e tem um propósito soberano exclusivo para ela (cf. v. 8).
Deus soberanamente planejou que a nação de Israel desempenhe um papel estratégico no cumprimento do propósito que Ele determinou para a história. Um dos aspectos dessa tarefa-chave é o de propiciar grandiosa bênção ao mundo inteiro através da descendência física de Abraão.
Deus fez a seguinte promessa a Abraão: “Nela [i.e. na “tua descendência”] serão benditas todas as nações da terra...” (Gn 22.18). O fato de que Deus confirmou essa mesma promessa a Isaque, filho de Abraão, bem como ao neto de Abraão, Jacó, cujos doze filhos se tornaram os cabeças das doze tribos de Israel, é um indicador de que Deus planejou trazer essa benção prometida ao mundo através da nação de Israel (Gn 26.4; Gn 28.14).
Deus já trouxe grandes bênçãos ao mundo através de Israel. A Bíblia chegou até nós por intermédio dessa nação. O apóstolo Paulo escreveu que “aos judeus foram confiados os oráculos de Deus” (Rm 3.1-2). O Messias-Salvador veio ao mundo por nascimento através do povo de Israel. Paulo se refere aos judeus como o povo do qual “descende o Cristo, segundo a carne” (Rm 9.5). Em virtude do Messias que proporcionou a salvação a todos os povos ser um judeu em Sua humanidade, a salvação veio através de Israel. O próprio Jesus afirmou: “...a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22).

 

2. No futuro


 
A profecia bíblica mostra outro aspecto do papel estratégico desempenhado por Israel que ainda aguarda cumprimento futuro. Deus só vai aniquilar Satanás e suas hostes, assim como só estabelecerá Seu futuro governo teocrático no mundo, a partir do momento em que Israel se converter a Deus de todo o seu coração e aceitar seu Messias-Salvador. Os capítulos 12-14 do livro de Zacarias revelam que, no futuro, quando os governantes e exércitos de todas as nações gentílicas vierem contra Israel, o povo judeu verá o Messias descer do céu para livrá-lo (Zc 12.1-9). Atentos às evidências de Sua crucificação ocorrida no passado, os israelitas mudarão de atitude em relação a Jesus Cristo e chorarão por Ele “como se chora amargamente pelo primogênito” (Zc 12.10). Então Deus os purificará de seu pecado (Zc 13.1).
O Messias destruirá os comandantes do mundo e seus exércitos, bem como aprisionará Satanás no abismo pelo período de mil anos (Zc 14.1-3,12-15; Ap 19.11-21; Ap 20.1-3). Em seguida, Ele inaugurará o Reino Teocrático, governará como “Rei sobre toda a terra”, e Israel se tornará o líder espiritual do mundo (Zc 14.9,16-21; Ap 20.4-6).
Os judeus serão “chamados sacerdotes do Senhor” e os gentios os “chamarão ministros [i.e., servos] de nosso Deus” (Is 61.6). “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia, sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla da veste de um judeu e lhe dirão: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zc 8.23).
 
Lamentavelmente, os crentes em Cristo que adotam a Teologia da Substituição em vez da Teologia Dispensacionalista insistem na idéia de que Deus não estabeleceu um relacionamento exclusivo com Israel para sempre. Eles acreditam que, pelo fato de Israel ter rejeitado a Jesus em Sua primeira vinda, Deus rompeu o relacionamento especial que mantinha com aquela nação e substituiu Israel pela Igreja do Novo Testamento. Eles admitem que Deus salvará judeus no plano individual, mas alegam que Ele não mantém nenhum propósito para a nação de Israel no plano nacional.

 
Essa crença enganosa influencia seu modo de pensar no que concerne ao direito que Israel tem de existir na atualidade como um Estado Nacional situado no Oriente Médio. Tais cristãos desconsideram a profecia bíblica ou interpretam-na de modo alegórico, o que também os leva a rejeitar a idéia de que Deus irrevogavelmente designou Israel para que, no futuro, desempenhe um papel estratégico no cumprimento de Seu propósito para a história.

Deus pretende que o estudo da profecia bíblica purifique nossas vidas e mude nossas prioridades

Estes dois aspectos da revelação profética servem a tal propósito:

1. A iminência da volta de Cristo

O termo iminente significa “aquilo que paira sobre a cabeça de alguém; aquilo que está prestes a sobrevir ou acontecer a alguém; aquilo que está muito próximo de ocorrer”. Portanto, um acontecimento iminente é aquele que continuamente “paira sobre a cabeça de alguém”, constantemente pronto a sobrevir ou surpreender uma pessoa. É algo que está sempre muito próximo no sentido de que pode acontecer a qualquer momento. Outras coisas podem ocorrer antes de um acontecimento iminente, mas nunca são obrigatórias para que tal acontecimento se dê. Se algo tem de ocorrer antes de determinado acontecimento, é prova de que tal acontecimento não é iminente. Também não se pode estimar um período de tempo predeterminado para que um acontecimento iminente ocorra.
Assim, a iminência da volta de Cristo significa que Sua próxima vinda está sempre “pairando sobre nossa cabeça”, constantemente prestes a nos sobrevir ou acontecer, próxima a todo instante, no sentido de que pode acontecer a qualquer momento. Outras coisas podem ocorrer antes de Sua vinda, mas nada precisa obrigatoriamente acontecer para que a volta de Cristo se dê.
Uma vez que não sabemos com exatidão o momento em que Ele voltará, não podemos estimar um período de tempo predeterminado que anteceda a Sua chegada. Por essa razão, sempre devemos estar prontos para encontrá-lO a qualquer momento.
Muitos estudiosos da Bíblia, dentre vários contextos eclesiástico-teológicos, chegaram à conclusão de que o Novo Testamento ensina ou faz alusão à volta iminente de Cristo nas seguintes passagens: 1 Coríntios 1.7; 4.5; 15.51-52; 16.22; Filipenses 3.20; 4.5; 1 Tessalonicenses 1.10; 2 Tessalonicenses 3.10-12; Tito 2.13; Tiago 5.8-9; 1 João 2.28; Apocalipse 3.11; 22.7,12,17,20.
Na carta de Tiago 5.8-9, o escritor indica claramente que, em virtude do fato de que Cristo pode voltar a qualquer momento e defrontar-se com os santos de Sua Igreja como Juiz, os crentes em Jesus devem ser cuidadosos na maneira pela qual tratam seus irmãos em Cristo:
“Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas” (Tg 5.8-9).
A volta iminente de Cristo deve fazer diferença em nosso procedimento e modo de vida. Devemos viver uma vida santa, consagrada, dia após dia e a todo instante, porque exatamente no momento seguinte Cristo pode passar pela porta do céu e vamos nos deparar com Ele face a face.
O apóstolo João destacou essa mesma realidade quando escreveu estas palavras aos salvos em Cristo: Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda” (1 Jo 2.28).

2. A futura destruição da Terra e do Universo atuais

O apóstolo Pedro escreveu: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (2 Pe 3.10). Pedro predisse a futura destruição desta Terra em que vivemos e do Universo atual, o que inclui a destruição de tudo aquilo que o ser humano projetou e realizou na história deste planeta. Todas os nossos bens materiais do presente momento serão destruídos.

 
À luz dessa certeza, Pedro faz esta advertência aos crentes: “Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade” (v. 11).
O argumento do apóstolo Pedro é o seguinte: a vindoura destruição desta Terra, do atual Universo e de todos os nossos bens materiais, como um fato que um dia há de se concretizar, deve moldar nossos valores, prioridades e modo de viver. Temos de ser santos em nossa conduta diária. O desejo de agradar e glorificar a Deus deve ser aquilo que nos motiva, proporcionando-nos o autêntico propósito e sentido da vida – não o dinheiro, os bens materiais ou o sistema mundial da atualidade. Uma vez que todas as realidades terrenas são temporárias e estão destinadas à destruição, é preciso que ajustemos nossos valores e prioridades àquelas realidades do futuro estado eterno (vv. 13-14).
A profecia bíblica é um dos elementos constituintes das Escrituras Sagradas. Aqueles que a consideram irrelevante e não a estudam manejarão equivocadamente “a Palavra da verdade” e cairão em erro teológico. (Renald E. Showers)

O CONSOLO ROUBADO

 
"Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor. Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus. Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas? E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria. Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro da sua boca e o destruirá pela manifestação da sua vinda" (2 Ts 2.1-8).
Este trecho da Segunda Epístola de Paulo aos Tessalonicenses é um apelo consolador e tranquilizador feito pelo apóstolo à igreja de Tessalônica. Entretanto, pelo poder do Espírito Santo, essa carta também transmite firmeza e certeza às igrejas de todas as épocas até chegar o arrebatamento. Mas essa carta também pode ser entendida como um alerta do apóstolo em relação a todos aqueles que querem abafar a esperança viva dos filhos de Deus, ou seja, a esperança de serem arrebatados antes da Grande Tribulação. Ela é um "libelo" contra aqueles que querem arrancar os filhos de Deus da graça plena de nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso, também Pedro diz aos seus leitores crentes: "Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós" (1 Pe 3.14b-15).

Como se distinguem entre si "o Dia de Jesus", "o Dia do Senhor" e o "Dia de Deus"?

Para melhor entendimento e interpretação da palavra profética, é importante conhecer exatamente a diferença entre "o Dia de Jesus", "o Dia do Senhor" e "o Dia de Deus".
Em 2 Tessalonicenses 2.1 Paulo menciona a "vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" e a nossa "reunião com ele". Com isso Ele se refere ao dia do arrebatamento. No versículo 2 do mesmo capítulo, ele fala do "Dia do Senhor", e a seguir discorre sobre os acontecimentos a ele relacionados. O "Dia do Senhor" se refere à Grande Tribulação, ao juízo de Deus sobre a terra com a subsequente vinda de Jesus Cristo para o estabelecimento do Seu reino. Esse sistema de ensino e essa diferenciação são encontrados em toda a Bíblia. Um autor diz:
"Segundo a revelação do Antigo Testamento, o Dia do Senhor será um período de juízo que terá seu ponto culminante na vinda de Cristo e será seguido por um período de bênçãos divinas especiais no Milênio". (Hal Lindsey, "O Arrebatamento")
Na primeira carta aos tessalonicenses o apóstolo Paulo fala principalmente do "Dia de Cristo", e na segunda carta ele fala do "Dia do Senhor". Agora vamos analisar mais de perto estes dois conceitos e também o terceiro período, o "Dia de Deus":

1. O Dia de Cristo

O "Dia de Cristo" foi revelado somente no Novo Testamento e se aplica unicamente à Igreja de Jesus. Por isso, ele está relacionado quase sempre com bênçãos, com promessas e com a esperança da glória de Cristo.
O "Dia de Cristo" foi revelado somente no Novo Testamento e se aplica unicamente à Igreja de Jesus. Por isso, ele está relacionado quase sempre com bênçãos, com promessas e com a esperança da glória de Cristo. Ele diz respeito ao retorno dos crentes renascidos para o reino do Pai (a casa do Pai), mas também ao tribunal de Cristo que vai acontecer nessa ocasião. Seguem alguns exemplos:
 
"...aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Co 1.7-8).
"Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" (Fp 1.6).
"porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a vossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória" (Cl 3.3-4).
Encontramos outras passagens bíblicas sobre o assunto em 1 Coríntios 5.5; 1 Tessalonicenses 4.15-18; Filipenses 1.10; 2.16; 2 Coríntios 1.14; 5.10; 1 Timóteo 6.14; 2 Timóteo 4.8; 1 Pedro 1.7; 4.13 e 1 João 2.28.

2. O Dia do Senhor

O "Dia do Senhor", pelo contrário, não é uma nova revelação, mas já era conhecido no Antigo Testamento. Esse "dia" tem a ver com o justo juízo de Deus que cairá sobre o mundo incrédulo e castigará a rebelião contra Ele. Nesse dia igualmente acontecerá o juízo sobre o povo de Israel e seu restabelecimento espiritual. Trata-se da intervenção evidente e visível de Deus nos acontecimentos deste mundo.
Esse dia é o dia da Grande Tribulação e começa depois do "Dia de Cristo", ou seja, depois do arrebatamento. Ele resultará, finalmente, na vinda de Jesus em poder e glória juntamente com os Seus santos. Por isso ele também é chamado de "as dores" ou "dores de parto" (1 Ts 5.3). Em sua abrangência mais ampla, o "Dia do Senhor" se refere ao estabelecimento do reino de Jesus (Milênio) e conduz à derradeira destruição do antigo céu e da antiga terra. Também a esse respeito seguem alguns exemplos:
O Dia do Senhor é o dia da Grande Tribulação e começa depois do "Dia de Cristo", ou seja, depois do arrebatamento.
"Porque o Dia do Senhor dos Exércitos será contra todo soberbo e altivo e contra todo aquele que se exalta, para que seja abatido. Então, os homens se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra, ante o terror do Senhor e a glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra" (Is 2.12 e 19; compare Ap 6.15-17).
"Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor" (At 2.19-20).
"se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus" (2 Ts 1.6-8; compare 2 Ts 2.10-12).
Outras passagens bíblicas sobre o "Dia do Senhor" são encontradas em Joel 1.15; 2.1-2; Ezequiel 30.3; Sofonias 1.14; Zacarias 14.4-5 e 8; 1 Tessalonicenses 5.1-5; 2 Pedro 1.16; 3.10 e Judas 14-15.

3. O Dia de Deus

O "Dia de Deus" é – após todos os acontecimentos mencionados anteriormente – o dia em que o próprio Deus triunfará definitivamente; depois que todo o mal tiver sido afastado e tudo estiver implantado na nova situação eterna e permanente, quando Deus será tudo em todos.
O "Dia de Deus" é – após todos os acontecimentos mencionados anteriormente – o dia em que o próprio Deus triunfará definitivamente; depois que todo o mal tiver sido afastado e tudo estiver implantado na nova situação eterna e permanente, quando Deus será tudo em todos. "Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos" (1 Co 15.25-28). Nesse contexto a Palavra diz aos crentes: "...esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça" (2 Pe 3.12-13).

O consolo roubado

"Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele..." (2 Ts 2.1). A primeira parte dessa frase sem dúvida trata do arrebatamento da Igreja de Jesus, pois por intermédio dele ocorrerá a união visível do Noivo com a Noiva (compare também João 14.1-3 nesse contexto).
Nesse versículo lemos em outras versões:
"E agora, uma palavra sobre a volta do nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião para irmos encontrá-lO..." (A Bíblia Viva).
"Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele..." (Edição Revista e Corrigida).
Torna-se evidente que em 2 Tessalonicenses 2.1 Paulo se refere à primeira carta aos tessalonicenses, na qual explicou o arrebatamento em detalhes. Quando ele escreve na segunda carta (2.1): "...no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele...", somos forçosamente levados a pensar em 1 Tessalonicenses 4.17: "...e, assim estaremos para sempre com o Senhor", ou na palavra de nosso Senhor Jesus em João 14.3: "...e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também."

O consolo

Em relação ao arrebatamento da Igreja para junto de seu Senhor, está sempre em primeiro plano o consolo e não o temor. Quando a Bíblia fala do arrebatamento, constantemente menciona que a Igreja não precisa ficar entristecida, pois tem um consolo maravilhoso na volta de Jesus.
Em João 14.1, onde o Senhor fala pela primeira vez sobre o arrebatamento dos Seus, Ele enfatiza claramente: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim." A primeira parte desse versículo diz na Bíblia Viva:
"Que os corações de vocês não fiquem aflitos..."
"Que os corações de vocês não fiquem aflitos..."
O Senhor disse isso depois do sermão no Monte das Oliveiras, onde falou sobre a Grande Tribulação ("Dia do Senhor") que virá sobre toda a terra com angústia que nunca houve, e que antecederá Sua vinda em glória (Mt 24.21-22; Lc 21.11). O que o Senhor disse poderia ser traduzido com estas palavras: "A terra será visitada por um período de juízos, uma grande aflição, e depois Eu voltarei em glória. Mas tenham confiança, não fiquem com o coração pesado. Virei separadamente para vocês e os buscarei para Mim, para que vocês estejam onde eu estiver".
Em 1 Tessalonicenses 4.13 e 18 o apóstolo também fala sobre esse consolo: "Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras." A Igreja recebeu esse consolo e esta esperança viva pela graça e pelo poder do Senhor Jesus.
Em 1 Coríntios 15.51 e versículos seguintes, onde é descrito esse mistério, lemos na finalização: "Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão" (v. 58).
Paulo também conclui o segundo capítulo da segunda carta aos tessalonicenses com este profundo consolo para a Igreja: "Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. Ora, nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra" (2 Ts 2.15-17).

O arrebatamento antes da Tribulação

"Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Ts 5.4-5 e 9).
Na primeira carta aos tessalonicenses nos é mostrado claramente que o consolo da Igreja consiste do fato que o arrebatamento nos livrará do dia da ira de Deus (do "Dia do Senhor"): "...e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura" (1 Ts 1.10). William McDonald diz:
Aquele por quem esperamos é Jesus, "que nos livra da ira vindoura". Essa descrição de nosso Senhor que voltará pode ser entendida de duas maneiras:
1. Ele nos livra do castigo eterno que merecemos pelos nossos pecados. Na cruz Ele suportou a ira de Deus por nossos pecados. Pela fé em Jesus, o valor da Sua obra na cruz é creditado a nós. Daqui por diante não há mais condenação para nós, por estarmos em Cristo (Rm 8.1).
2. Ele nos livra igualmente da era de juízo que virá sobre esta terra, quando a "ira" de Deus será derramada sobre um mundo que rejeitou Seu Filho. Esse tempo é conhecido como "a Grande Tribulação", ou também o tempo da "angústia de Jacó" (Dn 9.27; Mt 24.4-28; 1 Ts 5.1-11; 2 Ts 2.1-12; Ap 6.1-17 e 10).
Essa "ira de Deus" começará na Grande Tribulação, como se vê claramente em Apocalipse 6.15-17. Também em 1 Tessalonicenses 5 é nitidamente do "Dia do Senhor" que o texto fala, dia que virá como ladrão de noite (vv. 2-3). Mas nesse contexto de juízo e castigo é dito à Igreja que ela será poupada desse dia: "Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Ts 5.4-5 e 9). A Bíblia Viva diz no versículo 9: "Porque Deus não nos escolheu para derramar sua ira sobre nós, mas para nos salvar por meio de nosso Senhor Jesus Cristo."
"Porque Deus não nos escolheu para derramar sua ira sobre nós, mas para nos salvar por meio de nosso Senhor Jesus Cristo."
Portanto, em resumo, podemos dizer: sempre que o Espírito Santo nos recorda o tema do arrebatamento, somos lembrados de todo o consolo do Evangelho de Jesus, da esperança da nossa vocação.
Os tessalonicenses foram bem instruídos sobre esse assunto. Por isso eles ficaram tão preocupados quando repentinamente surgiram rumores de que "o Dia do Senhor" (a Grande Tribulação) já havia chegado. Pois estaria acontecendo justamente o contrário do que eles haviam ouvido do apóstolo. Eles logo se preocuparam, ficaram com medo, abalados, surpresos, tristes, e começaram a vacilar. Por quê? Porque haviam abandonado a palavra da graça.

Os ladrões do consolo

Uma vez que os tessalonicenses estavam tão frustrados, Paulo escreveu-lhes: "...a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor" (2 Ts 2.2). Os tessalonicenses haviam permitido que falsos pregadores roubassem seu consolo.
A jovem igreja de Tessalônica vivia num tempo de dura perseguição. Sua fé estava sendo posta à prova. Eles foram afligidos da maneira mais cruel e tiveram que suportar muita aflição e tribulação (2 Ts 1.4-7). Além disso, nessa situação apareceram homens que ensinavam que o "Dia do Senhor" já havia chegado, que eles, portanto, já se encontravam na Grande Tribulação. Já que tinham sido ensinados que o arrebatamento aconteceria antes da Grande Tribulação ou do "Dia do Senhor", podemos entender sua inquietação. Os tessalonicenses estavam fora de si de susto e cheios de repentina insegurança. Será que o "Dia do Senhor" realmente já teria chegado? Mas, nesse caso, onde estaria a promessa de que antes deveriam esperar o Filho de Deus vindo do céu para livrá-los da ira vindoura (1 Ts 1.10; 5.9)? Teriam eles esperado em vão pelo arrebatamento? Será que realmente eles estavam sob a ira de Deus por passarem por perseguições e angústias? Pois eles haviam sido instruídos que não passariam pela ira de Deus, que o Dia do Senhor não os surpreenderia como um ladrão de noite, e que o dia do juízo seria para os outros, que estão fora, não para a Igreja de Jesus. Em 1 Tessalonicenses 5.1-5 havia sido dito a eles: "Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite. Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa; porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas."
Os cristãos de Tessalônica haviam sido confundidos totalmente pelas cartas falsificadas. Pretendia-se roubar deles a esperança contida na primeira carta de Paulo. Por isso o apóstolo lhes escreveu em sua segunda carta: "Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa" (2 Ts 2.15).
Reflitamos sobre isto: se o apóstolo lhes tivesse ensinado que de qualquer maneira eles entrariam no "Dia do Senhor" e a qualquer dia seriam arrebatados em meio à Grande Tribulação, eles não precisariam ter ficado preocupados. Então tudo, apesar de grandes angústias, tentações e perseguições que deveriam esperar, estaria "na mais perfeita ordem". Então teria sido perfeitamente normal para eles que a Grande Tribulação e o "Dia do Senhor" já houvessem chegado, e que assim o arrebatamento já estaria às portas. Então eles até poderiam alegrar-se que a situação já tinha chegado a esse ponto. Mas, conforme meu entendimento, por terem sido instruídos que o arrebatamento aconteceria antes da Grande Tribulação, eles estavam tão frustrados e inseguros.
Paulo disse claramente que o "Dia do Senhor" só diz respeito àqueles que não aceitaram o amor à verdade (que é Jesus), àqueles que não creram e que por isso perecem: "Ora, o aparecimento do iníquo" (o anticristo) "é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça" (2 Ts 2.9-12). Mas referindo-se à Igreja, ele escreveu: "Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa. Ora, nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, consolem o vosso coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra" (vv. 13-17). Existe, portanto, uma clara diferença entre "eles", que serão condenados no "Dia do Senhor", porque rejeitaram a verdade – e aqueles ("vós") que são escolhidos para alcançar a glória em Jesus Cristo, porque creram na verdade.
Evidentemente foi objetivo do inimigo roubar essa esperança dessa nova igreja de Tessalônica. Por isso ele espalhou sementes falsas entre eles em uma época quando realmente estavam sendo provados duramente, colocando dúvidas em seus corações e tentando derrubá-los totalmente da base da fé que haviam recebido. Isso chegou aos ouvidos do apóstolo Paulo, que por essa razão escreveu uma segunda carta aos tessalonicenses, carta que deveria ministrar-lhes segurança numa época de insegurança. Uma mensagem falsificada havia sido propagada entre os membros da igreja, que dizia justamente o contrário daquilo que eles haviam aprendido do apóstolo. Aqui estava operando – ao contrário do Espírito Santo – um espírito enganador. Aqui estava sendo transmitida uma falsa palavra, diferente da Palavra de Deus. E em contraste com as cartas de Paulo, tentou-se introduzir entre os membros dessa igreja uma falsa carta, talvez até com assinatura falsa. Surgiram falsos mestres, que diziam que o "Dia do Senhor" já havia chegado, que a Grande Tribulação, portanto, já havia começado. Eles até diziam apoiar-se no apóstolo Paulo. Por isso Paulo advertiu os tessalonicenses: "...nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor" (2 Ts 2.1b-2).
Assim procede o inimigo quando aparece como "anjo de luz": ele adapta sua mentira à verdade da Palavra de Deus. Seus servos, os falsos apóstolos, que se fazem passar por mensageiros de Jesus, anunciam a assim chamada "sã doutrina", mas que é pura heresia. É dessa maneira que Satanás semeia sua semente daninha, que num primeiro momento é muito semelhante à boa semente, mas que no fim nasce como fruto da dúvida (comp. 2 Co 11.13-15).
"Assim, pois, irmãos, permanecei firmes e guardai as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa."
Por ser tão grande o perigo da falsificação, Paulo advertiu a respeito (2 Ts 2.2) e disse com ênfase no versículo 3: "Ninguém, de nenhum modo, vos engane..." Além disso, ele voltou a chamar a atenção a respeito no versículo 15 e no final da carta (3.17) mencionou a característica da sua própria assinatura:
"A saudação é de próprio punho: Paulo. Este é o sinal em cada epístola; assim é que eu assino."
"Agora, a minha saudação, que estou escrevendo de próprio punho, como faço no final de todas as minhas cartas, como prova de que ela é na realidade proveniente de mim. Esta é a minha letra" (A Bíblia Viva).
A pregação de que a Igreja ainda terá de passar pela Grande Tribulação rouba-lhe a expectativa de que o arrebatamento poderá acontecer a qualquer momento (1 Co 1.7-8; 1 Ts 1.10; Tg 5.7-8; 1 Pe 4.7; 5.1). Essa doutrina é inimiga da espera pela volta iminente de Jesus, e por isso ensina que o Senhor ainda não voltará ou não pode voltar, porque a Igreja terá que passar primeiro pela Grande Tribulação. Erroneamente as pessoas que ensinam isso ainda esperam pelo cumprimento de certos sinais dos tempos do fim, antes que o arrebatamento possa ocorrer. Mas não é assim. O arrebatamento pode ocorrer a qualquer momento, pois os sinais do tempo do fim (Mt 24; Mc 13; Lc 21.7ss etc.) referem-se à vinda de Jesus Cristo em glória no "Dia do Senhor" e na maioria dizem respeito a Israel. Aqueles que esperam que antes do arrebatamento deve ter início a Grande Tribulação e a revelação do anticristo, são pessoas que raramente têm uma visão da graça plena que nos foi dada por intermédio da salvação que Jesus realizou na cruz do Calvário e que nos é anunciada no Evangelho de Cristo.
Naturalmente também a verdadeira cristandade pode passar por tribulações, perseguições e catástrofes. Também ela pode ser atingida por guerras, miséria, fome, enfermidade e aflição. Sempre foi assim e também hoje esse ainda é o caso em muitas partes do mundo. A maior parte da Igreja de Jesus sobre a terra é perseguida, como acontece nos países dominados pelo comunismo e pelo islamismo. E isso continuará sendo assim até o arrebatamento. Os cristãos também tiveram que passar pela Primeira e pela Segunda Guerra Mundial. A qualquer tempo pode-se aplicar à Igreja as palavras do Senhor a Pedro: "Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo" (Lc 22.31), mas igualmente a verdade: "Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça" (v.32a). Jesus, como o Eterno Sumo Sacerdote, intercede pelos Seus diante de Deus e ora por eles (Jo 17.1; 1 Jo 2.1-2; Hb 6.17-20; 10.19-25). Segundo o meu entendimento, o Senhor não fará a Sua Igreja passar pelos sinais dos juízos, que dizem respeito à Grande Tribulação e ao "Dia do Senhor". "Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais" (Mt 24.21), que é determinada como juízo para um mundo de incredulidade e rebelião contra Deus. É o que se expressa de maneira muito clara em 2 Tessalonicenses 2.10-12; "...e com todo o engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça" (compare também 1 Ts 1.9-12).
Se a Igreja tivesse que esperar primeiro a revelação do anticristo e passasse pela Grande Tribulação, ela poderia calcular a época do arrebatamento de maneira bastante precisa, e poderia ter a certeza de que o Senhor ainda não teria vindo. Por isso: não nos deixemos roubar de maneira nenhuma o consolo de sermos arrebatados para junto de Jesus antes da Grande Tribulação! Mais uma vez digo a todos os crentes renascidos: "Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós" (2 Pe 3.14b-15).

O que Jesus ensinou sobre marcar datas?

Nosso Senhor foi bem enfático ao ensinar sobre Sua volta. Em pelo menos cinco passagens (sete, se forem incluídas passagens paralelas), Jesus advertiu os discípulos e crentes contra marcar datas. Mas, como já vimos, em toda a história da Igreja houve uma quantidade incrível de especulações relativas a datas.
Jesus enfatizou a profecia e o entendimento dela nos Seus ensinamentos. Ele não evitou nem descartou sua relevância; fez exatamente o oposto. Ele enfatizou a importância da profecia para entendermos Sua vida e Seu ministério. Mas também explicou que há alguns aspectos do futuro que não podem ser conhecidos com precisão. Sua volta é certa, mas o momento exato não. Jesus entendia a vontade humana de conhecer o futuro, mas não permitiu que Seus seguidores caíssem nas tentações dos videntes:
  • Mateus 24.36: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Marcos 13.32 é uma passagem paralela idêntica).
  • Mateus 24.42: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor”.
  • Mateus 24.44: “Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”.
  • Mateus 25.13: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora”. (Marcos 13.33-37 é uma passagem paralela.)
  • Atos 1.7: “Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade”.
Essas passagens são proibições absolutas de marcar datas. Alguns estudiosos de profecia disseram que estes versículos ensinam que era impossível saber a data na igreja primitiva, mas que nos últimos dias algumas pessoas saberão. Outros estudiosos disseram que estes versículos ensinam que ninguém sabe o dia nem a hora, exceto aqueles que forem capazes de descobri-los usando algum esquema cronológico. Ambos estão absolutamente errados! A data da volta de Cristo é uma questão de revelação de Deus. Ele decidiu não revelar isso nem para Cristo durante Sua humanidade em Sua primeira vinda (Mateus 24.36). Se o Pai não o revelou ao Filho na Sua humanidade, por que alguém pode crer que o Pai lhe revelaria isso? Jesus deixa bem claro: “Não!”

O que mais a Bíblia ensina sobre profecias?

O ensinamento de Cristo é reforçado também em outras partes das Escrituras. Em 1 Tessalonicenses 5.1-2, Paulo reafirma as palavras de Jesus com relação à incerteza da hora da Sua volta: “Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite.”
Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.
Algumas pessoas acreditam que há passagens na Bíblia que ensinam que os crentes poderão saber a data da volta de Cristo. Examinaremos algumas dessas passagens para mostrar como aqueles que defendem a marcação de datas usaram os vários versículos de forma errada em suas tentativas de conseguir legitimidade para suas posições. A Bíblia não contém contradições internas. É errado pensar que as Escrituras dizem que “ninguém pode saber”, mas também afirmam que algumas pessoas conseguirão descobrir.
A primeira passagem ocasionalmente citada é Lucas 21.28: “Ora, ao começarem estas cousas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.” Algumas pessoas ensinaram que essa passagem implica uma permissão para marcar datas. Mas indicadores contextuais importantes são esquecidos em tal argumento. Estes indicadores incluem o fato de que a passagem se refere aos crentes judeus durante a futura tribulação de sete anos, que, logo antes da segunda vinda de Cristo, devem vigiar, não marcar datas, enquanto passam pelo período final de severa perseguição. Isso não está relacionado a marcar datas durante a atual era da Igreja, já que está relacionado a eventos durante a tribulação de sete anos. Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja (não na tribulação). A era da Igreja termina com o arrebatamento, que é um evento sem sinais. Então não há maneira de ligar, especificamente, eventos da nossa época com os da tribulação para marcar uma data. Devemos vigiar e esperar a volta do nosso Senhor no arrebatamento justamente porque não podemos marcar datas.
Uma segunda passagem citada algumas vezes é Hebreus 10.25b: “antes, façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima.” Alguns ensinam que isso implica que os crentes podem ver ou saber que “o dia” (a segunda vinda) está se aproximando. Enquanto alguns interpretam “o dia” como uma referência à segunda vinda, achamos que o contexto imediato e o contexto do livro de Hebreus indicam uma advertência aos crentes judeus antes da destruição de Jerusalém e do templo em 70 d.C. Trata-se de uma advertência para não voltarem para o judaísmo (i.e., apostatarem) já que o futuro próximo continha apenas castigo para os judeus que rejeitaram Jesus como seu Messias. Então “o dia” não é uma referência à segunda vinda mas sim à destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 d.C. Se essa passagem realmente se refere à segunda vinda, uma vez mais, não haveria base para ligar um fator específico que sirva para marcar a data da segunda vinda. A afirmação geral “tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima” não quer dizer que saberemos especificamente quando Ele vem, assim como alguém que vê a chegada de uma tempestade e não sabe a hora exata em que vai chover no lugar onde está.
Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja.
Uma terceira passagem que às vezes é mencionada é 1 Tessalonicenses 5.4: “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que este dia, como ladrão, vos apanhe de surpresa.” Ensinava-se, com base nessa passagem, que os crentes saberiam a data “do dia” [i.e., “o dia do Senhor” (veja 1 Tessalonicenses 5.2)] para não serem pegos de surpresa. Mas esta interpretação atribui o sentido errado ao ensinamento de Paulo. Paulo está dizendo que os tessalonicenses não serão surpreendidos porque estão preparados pelo fato de serem crentes. O Senhor cuidará de todos os crentes (acreditamos que através do arrebatamento pré-tribulacional), de forma que, ao contrário do descrente que estará despreparado e será pego de surpresa, o crente estará preparado.

Que perigo existe em estudar profecias e marcar datas?

Não há perigo em estudar profecias. Na verdade, não podemos ignorar as profecias e o estudo correto da Bíblia, mas não podemos cair na armadilha de marcar datas. A Bíblia ensina claramente que a Palavra de Deus é suficiente para tudo o que precisamos a fim de vivermos uma vida que agrade a Cristo (2 Timóteo 3.16,17; 2 Pedro 1.3,4). Isso significa que se algo não é revelado a nós na Bíblia, não é necessário para cumprir o plano de Deus em nossas vidas. A data da volta de Cristo não é dada na Bíblia, então, apesar do que algumas pessoas possam dizer, não é importante conhecê-la para agradar a Deus. O Senhor disse a Israel: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus; porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Deuteronômio 29.29). A data da vinda de Cristo não foi revelada; é um segredo que pertence somente a Deus.
Já que a Bíblia proíbe marcar datas, o que ensina? Muitas das mesmas passagens que proíbem marcar datas nos instruem sobre o que fazer até que o Senhor volte. Por exemplo, Mateus 24.42 não só adverte: “porque não sabeis em que dia vem o nosso Senhor”, mas também exorta os crentes a “vigiar”. Mateus 24.44 manda os crentes “ficarem apercebidos” porque “à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá.” E também Mateus 25.13 nos exorta a vigiar “porque não sabeis o dia nem a hora.”
O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador (já que não sabemos quando Jesus voltará). Devemos ficar alertas, ao contrário dos descrentes que ficam dormindo, em relação às coisas de Deus. Devemos ficar alertas a fim de vivermos piedosamente até o Senhor voltar porque estamos na noite escura desta era maligna, que exige uma vigilância ativa contra o mal.
O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador.
Se a Igreja soubesse o dia ou a hora do arrebatamento, a iminência, a posição que os crentes pré-tribulacionistas têm em relação ao arrebatamento, seria destruída. A iminência bíblica ensina que Cristo pode, mas não precisa, vir a qualquer momento. Isso também significa que não há sinais que precisam ser cumpridos para o arrebatamento acontecer. Então, Cristo poderia literalmente vir hoje ou neste exato momento ou instante. Todas as tentativas de marcar datas destróem essa iminência. Se alguém ensinasse que o arrebatamento aconteceria num dia, mês, ou ano específico, então isso significaria que Cristo não poderia vir antes dessa data. E, assim, o arrebatamento não poderia ser iminente, já que Cristo não viria até essa data específica. A iminência é importante porque geralmente está relacionada a mandamentos de vida santa. Por isso, marcar datas também tem um impacto negativo na ética.
Ao mesmo tempo que marcar datas é claramente proibido na Palavra de Deus, acreditamos que é válido entender que Deus está preparando o cenário para Seu grande programa do fim dos tempos. O que isso significa? Como mencionamos anteriormente, o arrebatamento é um evento sem sinais, então é impossível identificar sinais específicos que indiquem sua proximidade. É por isso que todas as tentativas de datar o arrebatamento aplicaram erroneamente à Igreja passagens relacionadas ao plano de Deus para Israel. Um exemplo deste erro seria dizer que as festas de Israel (i.e., Rosh Hashanah) estão relacionados com a marcação da data do arrebatamento como observado acima. Mas, já que a Bíblia descreve os participantes, os eventos, e as nações envolvidas na tribulação final, podemos ver a preparação de Deus para os últimos sete anos das setenta semanas de Daniel para Israel.
Por exemplo, o fato de que Israel foi restabelecido como nação e agora controla Jerusalém é uma indicação forte de que a era da Igreja está chegando ao fim (Isaías 11.11-12.6; Ezequiel 20.33-44; 22.17-22; Sofonias 2.1-3). Mas isso só pode ser uma indicação geral, já que nenhum cronograma é dado especificamente para a atual preparação do cenário. Não podemos saber com certeza que somos a última geração antes do arrebatamento porque Deus pode resolver “preparar o cenário” durante os próximos 100 anos ou mais. O Dr. Walvoord diz corretamente:
Não há base bíblica para marcar datas para a volta do Senhor nem para o fim do mundo... Os intérpretes estão percebendo cada vez mais uma correspondência surpreendente entre a tendência óbvia dos eventos mundiais e o que a Bíblia previu séculos atrás.[1]
Jesus Cristo voltará! É nossa responsabilidade estar preparados para essa volta e para proclamar a salvação que Ele oferece, a fim de que outros também estejam preparados.
 
(Thomas Ice e Timothy Demy)

EUA, golpe de estado à vista: Obama um ditador?

[Imagem: obama-queimaaconstitui%C3%A7%C3%A3o.png]

Um boletim interno emitido hoje pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia é verdadeiramente triste e preocupante, ele afirma que o Ministério da Defesa da Rússia ( GRU ) recebeu informações de fontes bem “colocadas” de dentro do Pentágono de que o presidente dos EUA Barack Hussein Obama cancelou sua viagem à Ásia na semana passada e recuou com muitos de seus principais assessores para o misterioso, novo e recentemente construído bunker da Casa Branca em preparação para o que muitos em todas as agências de inteligência do mundo inteiro estão chamando de ”o grande evento-big event”.


O presidente dos EUA Barack Hussein Obama cancelou sua viagem à Ásia na semana passada e recuou com muitos de seus principais assessores para o misterioso, novo e recentemente construído bunker da Casa Branca em preparação para o que muitos em todas as agências de inteligência do mundo inteiro estão chamando de ”o grande evento-big event”, talvez um Golpe de Estado

É importante notar que essas fontes de dentro do GRU foram notificados por seus colegas do Pentágono na semana passada de que Obama estava se preparando para invocar os poderes que lhe foram dadas sob oUSC 50 Capítulo 13 para deter os vários Estados norte-americanos que estão agora em um “estado de insurreição” contra o governo federal, desse modo permitindo-lhe, invocar a Lei Nacional de Emergências em50 USC Parágrafo 1621 e invocar o uso do dispositivo altamente controverso do plano para “continuidade do governo” para os Estados Unidos, permitindo-lhe, em essência, governar com poderes ditatoriais.

Igualmente importante notar, neste boletim do GRU, é que o misterioso Bunker da Casa Branca foi concluído recentemente em setembro do ano passado (2012) a um custo de US$ 86 milhões dólares e tinha levado mais de dois anos para ser concluído e cujo objetivo permanece ainda envolto em segredo.



Este boletim do GRU também declara que Obama silenciosamente no mês passado, ampliou a vigência daDeclaração de Emergência Nacional feita por causa dos (falsos) atentados terroristas de onze de Setembro, às duas torres do World Trade Center em N. York, dando-lhe poderes de conquistar a América se ele assim o desejar, através de um golpe de estado.

Se juntando à Obama em seu plano para assumir o controle ditatorial dos Estados Unidos, continua o boletim, estão seus companheiros jornalistas (também conhecidos como “presstitutes”- da imprensa prostituta ), que agora parece que incluem jornalistas conservadores de topo, que foram convocados ontem para uma reunião em segredo na Casa Branca com o próprio presidente.



Foto de 09 de novembro de 2011, a construção continuava em frente à Ala Oeste da Casa Branca, em Washington. A grande escavação na Casa Branca estava finalmente acabando, mas a grande revelação está provando ser uma decepção e surpresa muito grande. Depois de quase dois anos e US$ 86 milhões de dólares gastos na construção, a ala oeste da Casa Branca surgiu a partir de seu isolamento visual notavelmente inalterada. E no subsolo, o que lá foi construído permanece envolto em mistério. (AP Photo / Charles Dharapak, File)

Para qual propósito Obama estaria mandando seus aliados no jornalismo de propaganda prepararem o povo norte americano aceitar, o boletim afirma ainda, pode ser percebido a partir das suas reportagens recentes, que inclui:

O Ex-Secretário Assistente do Tesouro dos EUA (governo de Ronald Reagan), Paul Craig Roberts, que estádefendendo que Obama declare uma emergência nacional e governe como um ditador. Veja suas declarações a seguir:

1.) “Você pode esquecer qualquer defeito na crise do teto da dívida pública. Declarou o ex-secretário do Tesouro, Dr. Paul Craig Roberts, que disse: “O teto da dívida será elevado. Nenhum governo quer perder seu poder ou perder a sua capacidade de tomar emprestado. Então, se eles (o congresso dos EUA) não elevarem o teto da dívida, isto é apenas um modo de Washington cometer hara-kiri. Essa situação simplesmente remove os Estados Unidos de seu posto como uma superpotência mundial“. O Dr. Roberts continua a dizer : “Se não fizerem (governo e congresso) um acordo, uma das duas coisas vai acontecer. . . . A Reserva Federal, por sua própria autoridade, empresta o dinheiro ao Tesouro dos EUA . . . A outra alternativa, Obama. . . ele pode simplesmente declarar uma emergência nacional e elevar o teto da dívida por sua própria iniciativa. Ele poderia governar como um ditador“




O que aconteceria se os EUA ficarem insolventes? Dr. Roberts diz: “O perigo de inadimplência é o resto do mundo desistir da nossa moeda, os dólares. Se eles despejarem os seus dólares, o Fed perde o controle, todo o sistema explode. Os bancos falharão. O mercado de títulos entra em colapso. O mercado de ações não vai cair apenas 1.500 pontos; seria cortado pela metade“

Não importa o que aconteça, ainda haverá uma enorme e crescente dívida, o Dr. Roberts afirma, “A situação é insustentável.”

Ela vai explodir em algum momento, e Dr. Roberts prevê que, “Vai ser pior do que a Grande Depressão (1929), pois na Grande Depressão, os preços caíram juntamente com o emprego. Agora, os preços vão estar subindo e os empregos estariam acabando. . . .O PREÇO do Ouro e da Prata vão explodir em termos de dólares” - Greg Hunter como ele conversou face a face com o ex-assistente do secretário do Tesouro, Dr. Paul Craig Roberts.

2). A congressista Sheila Jackson Lee, do partido democrata que está defendendo que Obama declarare a lei marcial .

3.) New York Times, Thomas Friedman, colunista do jornal que está defendendo que o povo americano fique com Obama (e contra o congresso) pois a própria democracia está em jogo .

4.) O colunista convidado do New York Times e professor de história na Universidade de Princeton, Sean Wilentz avisa que o governo de Obama tem deixado de fazer o possível para defender a Constituição e punir os republicanos que ele afirma porem os EUA à beira da ruína .

5.) O prêmio Nobel de economia Paul Krugman defende que Obama crie uma crise constitucional, a fim de desafiar os chantagistas republicanos .




O maior perigo que enfrenta o povo americano, analistas históricos dizem nesse boletim do GRU, é que Obama venha a se tornar um moderno Abraham Lincoln, que foi o décimo sexto Presidente dos Estados Unidos e que calculou e projetou a Guerra Civil dos EUA de 1861-1865.

Como Obama, Lincoln foi eleito durante um dos períodos mais divididos da história americana, para, em seguida, se iniciarem os debates sobre os direitos de cada um dos Estados (principalmente os estados sulistas) da confederação em relação ao governo federal central no que dizia respeito à escravidão.

Lincoln, que antes de sua eleição para presidente havia proclamado que “eliminar toda pessoa negra em solo americano seria” uma consumação gloriosa “, e que em seu primeiro discurso de posse afirmou “Eu não tenho nenhum objetivo, direta ou indiretamente, para interferir com a instituição da escravidão nos Estados, onde ela existe. Eu acredito que não tenho o direito legal de fazê-lo, e eu não tenho nenhuma inclinação para fazer isso, no entanto, forçou a nação para entrar em uma guerra civil e se tornou o primeiro líder dos Estados Unidos a suspender a Constituição e passar a governar com poderes ditatoriais.

Hoje, muitos estudiosos de Lincoln e apoiadores de Obama, como relata o Canadian Free Press, dizem que Lincoln salvou a Constituição, suspendendo a liberdade constitucional dos estados do Norte durante todo o período de sua administração. Ele supostamente “tinha de destruir a liberdade constitucional, a fim de poder salvá-lo.“

Lincoln ainda considerava a Constituição dos EUA como um impedimento desnecessário às suas ambições políticas, exibindo seu total desrespeito pela lei do país (lei dos fundadores da América) através do lançamento de uma invasão militar contra os estados do Sul, sem o consentimento do Congresso dos EUA.

Lincoln suspendeu o direito à habeas corpus e prendeu milhares sem julgamento por se oporem as suas políticas públicas, censurou comunicações e até mesmo prendeu vários editores de jornais que escreveram em oposição às suas táticas, armas de fogo também foram apreendidas, e como este artigo adverte: “isto esta lhe parecendo familiar? “



E então, nos dias de hoje, este boletim continua, Obama tornou-se o primeiro presidente da história americana a declarar que não vai negociar com os seus oposicionistas republicanos no Congresso dos EUA,ordenou que os trabalhadores federais “tornem a vida mais difícil para as pessoas”, foi suspensa toda a supervisão do seu enorme aparato de espionagem da NSA, que tem uma enorme força policial secreta, mais terrível e temida desde a Guerra Fria, e que controla mais de 120 mil agentes federais armados que podem ser usados para desencadear uma vigilância sobre o seu povo (que já vem sendo feita a bastante tempo, conforme os escândalos sobre as revelações de Edward Snowden) e que tem sido descrita como uma força (de opressão) “tão poderosa como as Forças Armadas dos EUA. “

E, em seu final, este boletim adverte, com Obama agora “em segurança em seu novo bunker,” ameaçando de por religiosos na prisão se padres ministrarem para os soldados norte-americanos, os bancos estão pondo 30% mais dinheiro nos ATMs para atender no caso de retirada em pânico (corrida aos bancos).

Estes avisos de um “Big Event-GRANDE EVENTO“(OUTUBRO) no boletim do GRU sobre o que pode acontecer em breve nos Estados Unidos não podem ser descartados, pois podem, de fato, apontar para uma completa reviravolta da situação nos Estados (des)Unidos da América nas próximas semanas.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com



Fique longe do 5S iPhone (Apple)


O banco de dados de impressões digitais , utilizando o novo iPhone 5S para proporcionar segurança extra, seria compartilhado com a Agência de Segurança Nacional EUA (NSA , por sua sigla em Inglês ) .Jane M. Agni correspondente nationalreport.net portal freelance , fez um dos gerentes da Apple irá confirmar esta informação." Ele fundiu completamente bancos de dados. A idéia geral de " impressão digital " da esquerda alguém em nosso governo. Eles só não esperava ser marginalizado por Snowden ", explicou Tim Richardson , gerente regional do Departamento de Marketing da Apple para a América North . Segundo ele, a NSA e do FBI deram um ano para elaborar a sua base de dados para uso em combinação com a nova tecnologia da Apple.O 5S iPhone tem uma reserva de energia para que o aparelho não se desliga completamente . Junto com o GPS, estas características permitem à polícia para rastrear os criminosos para que eles possam ser presos de forma rápida e eficaz.De acordo com a Agni , quando perguntado Richardson para dar parecer sobre as preocupações com a privacidade dos usuários, ele disse: " Francamente, se alguém for tolo o suficiente para permitir que algo tão específico e implícito criminalmente como suas impressões digitais são catalogados por corporações sem rosto e funcionários do governo ... O novo sistema de segurança biométrica , que foi testado vários dias após seu lançamento, foi ' cortado ' com uma pegada diferente para a maior associação de hackers na Europa.Por causa do apelo popular de produtos da Apple , a NSA , a CIA , o FBI e outras agências de inteligência pode dedicar menos energia para o plantio de erros e estabelecer postos de escuta . Em vez de usar dispositivos como microfones pitorescas microchips laser, e imagens de satélite , você pode obter tudo o que precisa da Apple, eo novo recurso autêntico impressões digitais de todos os dados coletados em uma determinada pessoa.Não se engane, isso não é para o bem-estar das pessoas . Logo virá o dia em que o preço final da nossa obsessão com a tecnologia deve ser pago. Quando isso acontece, todos os dados recolhidos por esta empresa Satanás virá para nos assombrar. O povo conquistou uma grande vitória neste verão com o lançamento de inúmeros vazamentos arquivos Edward Snowden NSA , fazendo com que o governo a revelar algumas de suas práticas corruptas. Do lado negativo , o que aprendemos sobre a NSA era apenas a ponta do iceberg. O governo federal já se infiltrou nossas vidas para níveis que não podemos sequer imaginar.Este pequeno dispositivo "cool" é apenas mais uma ferramenta em sua busca para tornar-nos escravos da Nova Ordem Mundial assumir.Portanto, fique longe do telefone iPhone 5S gerido pela elite ...
https://www.facebook.com/IlluminatiyMarionetas- Com Isidoro Susluaga Hoch , Giannis Theodwridis e Silvia Moreno Barber.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

FIM DA FARSA! Guia espiritual da turma do “aquecimento global” confessa: “ERA ALARMISMO!”

 
 

 
Pois é… O que já apanhei neste blog e fora dele por causa daquele tal “aquecimento global”, que virou, depois, “mudança climática”!!! O fato de não ser um especialista na área e de ser, vá lá, um conservador, fazia de mim (faz ainda, para alguns) necessariamente um mau sujeito, um inimigo do bem, da humanidade, do planeta… Vocês sabem: aquelas coisas que a Marina Silva tão bem representa com seu ar telúrico. Há dias, o físico José Goldemberg, um aquecimentista, concedeu uma entrevista ao programa Roda Viva. Mudei de canal quando um jornalista da Folha, não lembro o nome, demonstrou seu inconformismo com o fato de a imprensa dar voz aos “céticos” (não que ele fosse contra o “outro lado”, claro…). Claro! Atenção! O aquecimento global (ou mudança climática) não chega a ser nem uma teoria. Trata-se, ou tratava-se, apenas de uma hipótese. E que foi desmoralizada faz tempo. Ocorre que agora existe uma indústria multibilionária do meio ambiente. Eu vivia reclamando, vocês se lembram, de banco que reciclava papel, mas não baixava o spread, hehe… Antes da Dilma! Adiante.
Às vésperas da tal “Rio+20″ — que leva alguns tontos a cobrar de Dilma o veto ao Código Florestal —, o tal “aquecimento global”, ora chamado de “mudança climática”, sofreu um duro golpe.
Vocês já ouviram falar de James Lovelock? Há aqui um resumo de sua biografia em português. Trata-se de uma espécie de patriarca ou decano da moderna hipótese do aquecimento global (ou da mudança climática). Lançou a chamada Hipótese de Gaia, segundo a qual a Terra seria um superorganismo. Era um verdadeiro fanático da crença — sim, crença — no aquecimento global. Desde que comecei a ler uma coisinha ou outra a respeito, pus a teoria na conta de uma bobagem por uma razão, primariamente, de linguagem: vi que as catástrofes imaginadas eram meras cópias do Apocalipse de São João. Os relatos da Bíblia são mais interessantes. Entre uma religião sem Deus e uma com Deus, prefiro a segunda. Mas vamos ao que interessa. Lovelock caiu fora! Não é mais um apocalíptico. Tornou-se quase um cético. Admite agora: ele e os aquecimentistas erraram, exageraram. A entrevista foi concedida a Ian Johnston, no site msnbc.com. Foi publicada no dia 23 de abril. Foi praticamente escondida. Tivesse alguém com o seu peso anunciando o apocalipse, seria um deus-nos-acuda.
Aos 92, Lovelock admite  ter sido “alarmista” sobre as mudanças climáticas e que outros, como o bobalhão Al Gore (“bobalhão” é meu) também o foram. Sim, ele continua a acreditar que a mudança está acontecendo, mas muito mais lentamente do que se imaginava. Em 2006, para vocês terem um ideia, num artigo para o jornal inglês Independent, ele escreveu que, até 2100, bilhões de pessoas morreriam, e alguns poucos casais conseguiram sobreviver no Ártico, onde o clima seria apenas tolerável. Na entrevista, ele admite que foi longe demais.
Está escrevendo um novo livro, que comporá uma triologia com “Revenge of Gaia: Why the Earth Is Fighting Back – and How We Can Still Save Humanity” e “The Vanishing Face of Gaia: A Final Warning: Enjoy It While You Can”, publicados em português, respectivamente, com os títulos “A Vingança de Gaia” e “Gaia, Alerta Final”. No novo trabalho, mais otimista, ele vai dizer como a humanidade pode ajudar a regular o planeta. O livro também registra a sua mudança de opinião: “O problema é que não sabemos o que o clima está fazendo. A gente achava que sabia há 20 anos. Isso levou a alguns livros alarmistas — o meu inclusive — porque aquilo parecia claro, mas não aconteceu”.
Que bom, né, gente?
“O clima está fazendo suas trapaças de sempre. De fato, nada está acontecendo ainda. Nós deveríamos estar a meio caminho da frigideira. O mundo não aqueceu desde o começo do milênio. A temperatura se mantém constante, quando deveria estar crescendo – o dióxido de carbono está crescendo, sobre isso não há dúvida”. Ele aponta que os filmes “Uma Verdade Inconveniente”, de Al Gore, e “The Weather Makers”, de Tim Flannery são também alarmistas.
Lovelock é um  qualquer, um daqueles que o jornalista que estava no Roda Viva acha que não podem mais ser ouvidos? Oh, não! A revista Time já o considerou um dos 13 líderes visionários, num artigo intitulado “Heróis do meio ambiente”. Vejam a sua biografia e o artigo original. Ele é considerado um  guia espiritual do mundo científico que lida com o meio ambiente. Ao menos era! Vão tentar enterrá-lo em vida.
Indagado pelo repórter se, agora, também ele é um cético, responde: “Depende do que você queria dizer com ‘cético’. Eu não sou um negacionista”. Tá bom demais, né? Nunca niguém negou alguma aquecimentozinho, um calorzinho gostoso… Ele continua a trabalhar com a hipótese de que o aumento da emissão de dióxido de carbono leva a um aumento da temperatura, mas acrescenta que o efeito do oceano ainda não foi estudado o suficiente e que aí está a chave da questão. “O mar pode fazer toda a diferença entre uma era do aquecimento e uma era do gelo”.
Mas não é isso, santo Deus, o que alguns dos chamados “céticos” vêm sustentando há muitos anos?
Como diria o poeta latino Catulo, é difícil renunciar subitamente a um grande amor, não é? Lovelock não chega a mandar para a geladeira todos os seus antigos parceiros. Diz acreditar que está em curso uma mudança climática, mas vai demorar muito tempo para que se sintam seus efeitos. “Nós ainda teremos um aquecimento global, mas ele foi adiado um pouquinho”. Bem, no que concerne à Terra, “um pouquinho” podem ser alguns milhões de anos.
“Cometi um erro”
Como pesquisador independente, que trabalha sozinho, ele diz não ver problema nenhum em reconhecer: “Tudo bem, cometi um erro”. E afirma que cientistas que trabalham para governos e universidades têm medo de admitir um erro porque podem perder financiamento
Lovelock, que já trabalhou com a NASA e descobriu a presença de substâncias químicas nocivas (CFC) na atmosfera — mas não o seu efeito sobre a camada de ozônio (esse é outro mito muito influente) —, diz que a humanidade deve fazer o possível para evitar a queima de combustíveis fósseis, tentando se adaptar às mudanças que virão. Peter Stott, chefe Met Office Hadley Centre, do Reino Unido, afirma que Lovelock havia sido mesmo muito alarmista sobre a possibilidade de as pessoas terem de viver no Ártico em 2100. E concorda que o aquecimento dos últimos 12 anos não é o esperado pelos modelos climáticos. Ele só acha que é preciso esperar mais dez anos para admitir que esses modeles têm problemas. Sei…
Lovelock nem é o estudioso mais importante a ter desmoralizado os apocalípticos. Mas é o mais simbólico. Era, reitero, o guia espiritual da turma, o sacerdote. Há anos trato das maluquices desses que chamo membros da Igreja do Aquecimento Global dos Santos dos Últimos Dias… Aos poucos, vai-se recobrando a razão, mas é um processo lento. A “mudança climática” gerou uma cultura, uma doxa, virou ideologia. Mais: também envolve negócios multibilionários, especialmente das empresas voltadas para as chamadas energias alternativas. Muitas delas estão por trás de ONGs que financiam alguns de nossos patriotas, amigos da natureza…
Leitores me enviaram ontem o link de uma entrevista que o climatologista Ricardo Felício concedeu a Jô Soares. Ele é professor do Departamento de Geografia da USP. Esclarecedora e divertida. Aquele jornalista que acha que os céticos não podem ser mais ouvidos deve ter ficado triste. Não sei o que Felício pensa quando o assunto não é clima. Parece-me uma pessoa preparada. E já merece a minha simpatia por não temer a patrulha.
Num país em que a ciência, o direito e o jornalismo se submetem cada vez mais ao tribunal do politicamente correto, ter a coragem de dizer o que pensa é uma virtude.
Por Reinaldo Azevedo