terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O NATAL VEIO DO PAGANISMO.

PROVAS NA HISTÓRIA E NA BÍBLIA


Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal".


Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo".



Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.



Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente aMORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.



1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A Bíblia nos promete uma vida de prazeres?



Quando Saulo tornou-se Paulo, uma voz divina anunciou: “Vou lhe mostrar como você poderá gozar muito melhor a sua vida!” Será que é o que realmente está escrito na Bíblia? Pelo contrário, lemos: “Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (At 9.16).Foi o que Deus disse a Ananias acerca de Paulo. Portanto, foi quase o oposto do que muitos entendem hoje por vida cristã.

Prazer e sofrimento

O Novo Testamento está permeado pelo tom do sofrimento, e é justamente isso que não agrada à nossa velha natureza, que adora cuidar bem de sua carne e de gozar a vida. Paulo e Barnabé, por exemplo, exortaram os discípulos “a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (At 14.22).
Paulo, o apóstolo dos gentios, lembra a Timóteo, seu discípulo mais fiel, que “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Tm 3.12).
Isso não soa como uma vida de prazeres e de riqueza abundante, como tanto se apregoa hoje em dia. Temos inclusive uma carta inteira no Novo Testamento que se ocupa com o tema do sofrimento: a Primeira Epístola de Pedro. Ele explica que a fé é provada e aprovada através do sofrimento (1 Pe 1.6-7). Portanto, em completa oposição à sociedade caracterizada pelo entretenimento e ao cristianismo que confunde discipulado com diversão e festa. Aos crentes da Ásia Menor, Cristo é apresentado como exemplo naquilo que sofreu, para que sigamos os Seus passos (1 Pe 2.21).
Será que não acabamos literalmente criando um outro evangelho, um evangelho de bem-estar, que afaga o ego e o velho Adão?

Jesus e o sofrimento

A Carta aos Hebreus menciona, inclusive, que nosso Senhor, “embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu” (Hb 5.8). Se isso foi válido para o Filho de Deus, quanto mais vale para nós! O servo, como se sabe, não está acima de seu Mestre.
Pedro diz ainda mais: “Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (1 Pe 4.1-2).

Tema recorrente

Sofrimento e não prazer ou bênçãos materiais é o tema recorrente nas cartas dos apóstolos. Paulo chega a dizer: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele” (Fp 1.29). De forma semelhante, Pedro admoesta em sua carta:“Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando” (1 Pe 4.12-13).
A fé é provada e aprovada através do sofrimento.
Será que isso ainda é proclamado em nossa sociedade de consumo, que já chega a “celebrar” o discipulado e a vida cristã? Será que frases tão negativas não deveriam ser sumariamente riscadas da Bíblia? Não acabamos literalmente criando um outro evangelho, um evangelho de bem-estar, que afaga o ego e o velho Adão?

Sem rodeios

Aos coríntios, que igualmente estavam em perigo de exercer poder e “domínio”, Paulo escreve sem rodeios: “Já estais fartos, já estais ricos; chegastes a reinar sem nós; sim, tomara reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco. Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis. Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos” (1 Co 4.8-13).
Isso soa como prazer, sucesso, conforto e prosperidade? É quase o oposto de tudo aquilo que hoje nos é apresentado simuladamente pelos “evangelistas da prosperidade” como se fosse o Evangelho de Cristo.

Negativo e derrotista?

Para que minhas palavras não sejam interpretadas como uma defesa do sofrimento e uma declaração de derrotismo cristão, devo mencionar que Deus deseja que “vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (1 Tm 2.2). Na mesma Carta a Timóteo está escrito: “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento” (1 Tm 6.17).
O Senhor nos promete, sim, uma vida abundante (Jo 10.10), porque para os cristãos as questões primárias da culpa e do sentido da vida já estão resolvidas.
Somos gratos por toda a paz e pelo bem-estar que a graça de Deus tem nos concedido no mundo ocidental por um tempo admiravelmente longo. Mas fazer dessa realidade um evangelho é, brandamente falando, contradizer o espírito do Novo Testamento. O Senhor nos promete, sim, uma vida abundante (Jo 10.10), porque para os cristãos as questões primárias da culpa e do sentido da vida já estão resolvidas. Em obediência a Deus, o discípulo de Jesus pode ter, sim, muita alegria, alegria plena (1 Jo 1.4). Mas essa alegria é em primeiro lugar espiritual e não está, necessariamente, refletida no nível material.

Movido pela alegria

Quando Paulo ditou sua carta “movida pela alegria” aos filipenses exortando os crentes a “alegrar-se sempre” (Fp 4.4), ele próprio encontrava-se algemado na prisão.

Discutindo com os super-apóstolos

Em suas discussões com pregadores “poderosos” e triunfalistas, que Paulo chama ironicamente de “sábios”, “fortes”, “nobres” (1 Co 4.10), ele se gloria de sua própria fraqueza (2 Co 12.9), especialmente porque esses falsos mestres se vangloriavam de seu grande poder e de sua própria autoridade. Eles também passavam a idéia de que apenas através deles o mundo daquela época fora alcançado com um evangelho “poderoso” e “pleno” (2 Co 10.12-16). Paulo contrapõe a esses falsos apóstolos e obreiros fraudulentos, como também os chama, a extensa lista de seus próprios sofrimentos (2 Co 11.22-23), provando que ele era um apóstolo legítimo.
Isso ainda é pregado atualmente? Isso ainda é proclamado nos programas cristãos de televisão? Os apóstolos residiam em belas casas e lá ditavam suas cartas? A visão mais profunda dos mistérios do tempo da graça é fornecida por Paulo nas cartas aos efésios e aos colossenses, que ele escreveu quando se encontrava encarcerado. Em seu discurso de despedida em Mileto ele disse: “o Espírito Santo, de cidade em cidade, me assegura que me esperam cadeias e tribulações” (At 20.23). Isso não soa como a expectativa por eventos especialmente prazerosos.

Vida de prazeres?

Humildade, lágrimas, provações, ciladas, cadeias e tribulações, de fato, uma vida “de prazeres”! Mesmo quando Paulo suplicou por uma vida física mais ou menos normal, sem o espinho na carne, seu pedido não foi atendido. Será que ele não deveria ter enfrentado essa limitação física com visualização ou pensamento positivo? Esse homem de Deus podia dizer de si mesmo: “...pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Co 6.10). Devemos temer, com justiça, que muitos dos pregadores de sucesso de nossos dias literalmente invertem a ordem das coisas: “ricos, mas empobrecendo a muitos”.
Todo esse evangelho da prosperidade e do bem-estar é um cumprimento de 2 Timóteo 4.3, onde está escrito que os homens dos últimos dias cortejarão mestres por cujas palavras sentem coceira nos ouvidos, mestres que os agradem. Muitos gostariam de ouvir que Deus quer nos fazer grandes, ricos, saudáveis e poderosos. Essa era a mensagem dos amigos de Jó, que não conseguiam entender que Jó enfrentava tanto sofrimento por se encontrar dentro da vontade de Deus.
Paulo explicou: que os “crentes” dos últimos dias não apenas serão “amantes de si mesmos” (2 Tm 3.2, Ed. Revista e Corrigida) mas “mais amigos dos prazeres (tradução literal da palavra grega “philedonos”) que amigos de Deus” (2 Tm 3.4).

Uma geração hedonista

Esta é a mensagem para uma geração hedonista, como Paulo explicou: que os “crentes” dos últimos dias não apenas serão “amantes de si mesmos” (2 Tm 3.2, Ed. Revista e Corrigida) mas “mais amigos dos prazeres (tradução literal da palavra grega “philedonos”) que amigos de Deus” (2 Tm 3.4).
Será que Jesus também ofereceu uma falsa fé? Ele disse à igreja de Esmirna:“Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o Diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10).

O oposto do triunfalismo

Isso é totalmente oposto ao atual triunfalismo do evangelho da prosperidade. É monstruoso o que é tolerado e propagado na cristandade contemporânea. Esta geração ocidental literalmente criou um evangelho resumido e derivado de seu hedonismo, de sua amoldagem ao espírito da época, de sua loucura por saúde, bem-estar e entretenimento, de seu desejo por prazeres carnais e de sua auto-estima.

Pobre, miserável, cego e nu

Talvez a melhor caracterização da situação espiritual desses pregadores e adeptos do evangelho da prosperidade e do bem-estar seja a declaração de Jesus Cristo a uma igreja próspera e abastada, mal acostumada ao sucesso, a igreja de Laodiceia: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap 3.17). 
Texto de Alexander Seibel 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Você realmente tem Fé?




Muitos afirmam crer em Deus, mas pouquíssimos realmente possuem fé. Crer num Deus onipotente, onipresente e onisciente é fácil. Difícil mesmo é colocar esse "crer" em ação. Isso sim é ter fé!

A palavra fé, vem do original grego pistis, e uma de suas aplicações é "estar em harmonia ou sintonia com Deus". Ter fé não é esperar que Ele trabalhe por mim porque tenho fé suficiente, mas sim possuir intimidade tal que me faça trabalhar por Ele, pelo seu reino e sua justiça. Muitos "pastores" tem induzido milhares de ovelhinhas a exercitarem a sua "fé" pulando do pináculo do templo, mas o verdadeiro pastor nos orienta a descermos pelas escadas e a não colocarmos Deus à prova. Não tenho fé suficiente pra andar sobre as águas, porque creio que isso é sinal do Messias, mas, pelo seu reino e a sua justiça, nadar eu posso. Sim, nisso eu boto fé! Porque tudo posso NAQUELE que me fortalece!


Estando em real harmonia com Deus, a vontade Dele passa a ser a minha vontade, e então, versículos como o de Mateus 17:20 começam a fazer mais sentido: "... porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível." E o que é ter fé como um grão de mostarda? É mesmo diante de sua pequenez, ter a convicção de que seu relacionamento com Deus, se bem "alimentado", pode se desenvolver e se transformar numa grande árvore! E quando a intimidade chega neste ponto, somos capazes de discernir se realmente é a vontade de Deus que uma montanha mude de lugar.

Mas como estar em sintonia com alguém que mal conhecemos? Você realmente conhece a Deus? Pode afirmar isso? Se a sua resposta for negativa ou parecida com: "não estou muito certo...", é porque a fé ainda não é real em sua vida. É impossível conhecer alguém sem conviver, sem caminhar junto. Só conquistamos intimidade com uma pessoa quando convivemos e somos transparentes em nosso relacionamento. É estar em total sintonia, sem nenhuma interferência na amizade. 


Mas e na prática? Como exercer harmonia, sintonia e intimidade com um ser tão superior? Parece algo tão distante, não é mesmo? Muitos buscam conhecer a Deus e exercer intimidade através de cânticos, encontros, rituais ou práticas religiosas. Chegam inclusive a clamar de todo o coração: "Pai, queremos ver tua face! Quero te ver Senhor! Quero te conhecer, ouvir a tua voz!" Interessante que Filipe, um dos discípulos, também demonstrou esse interesse: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta". E a resposta de Jesus, como sempre, foi simples, direta e reta:

"Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’? Você não crê que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu lhes digo não são apenas minhas. Pelo contrário, o Pai, que vive em mim, está realizando a sua obra. Creiam em mim quando digo que estou no Pai e que o Pai está em mim; ou pelo menos creiam por causa das mesmas obras... Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Já agora vocês o conhecem e o têm visto". João 14:6-11


Querido(a), quer mesmo conhecer a Deus? Ter intimidade com Ele? 
"Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai" O primeiro passo é conhecer Jesus. Como? Através da leitura dos Evangelhos, que são os registros de sua trajetória aqui na terra, desde o seu nascimento até a sua morte. Leia os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João de trás pra frente, de frente pra trás, de baixo pra cima e de cima pra baixo. Depois vire do avesso e leia de novo. Em seguida, leia as cartas que seguem para absorver a aplicação dos ensinamentos de Cristo através da vida dos apóstolos.

Mas é importante lembrar que a sintonia não acontece quando apenas um dos lados é conhecido. Deus deseja te escutar também! Fale de seus medos, preocupações, angústias, anseios, alegrias, gratidões... É necessário que o canal de comunicação entre vocês esteja sempre aberto. E este deve ser um exercício diário para aquele que diz acreditar em Deus. Para alguns, esse processo pode parecer estranho no início, mas com o passar do tempo acaba se torna natural e prazeroso, como qualquer outra relação de amizade, que vai se estreitando com o passar dos anos.


"Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam". Hb 11:6. Este versículo nos deixa duas lições preciosas. A fé exige de nós duas ações: CRER e BUSCAR. Uma não faz sentido sem a outra. Se você afirma crer em Deus, mas não busca conhecê-Lo, sua fé não existe, é morta. Como disse um grande amigo: Fé, é o crer em ação! 

Mas e o versículo de Hebreus 11:1, como fica? "A fé também é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos". Vamos trocar a palavra fé por harmonia ou sintonia?"A harmonia/sintonia com Deus é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos".  Ao buscar intimidade com Deus através da sua palavra, estudando e praticando os ensinamentos de Jesus e orando em todo o tempo, estamos colocando em prática a certeza daquilo que esperamos e concretizando as coisas que não vemos. Pronto, simples assim!

O FIM DO MUNDO CHEGOU?


Reportagens, documentários, filmes, depoimentos de cientistas, internet e organizações em todo o mundo, estão alertando sobre possíveis catástrofes como: terremotos; tsunamis; erupções vulcânicas; explosões solares; impacto de meteoritos; mudanças climáticas extremas; aumento do nível do mar; epidemias; pandemias; uma possível guerra nuclear, que encheria a atmosfera terrestre de fumaça radioativa tóxica altamente letal. Tais desastres criariam um cenário de caos, tão horrível, que nem mesmo em nossos mais terríveis pesadelos poderíamos imaginar.

Em virtude disto, várias pessoas em diversos países estão construindo abrigos subterrâneos em locais que julgam serem seguros, estocando água, mantimentos ou plantando alimentos de fácil cultivo. Alguns abrigos são verdadeiras fortalezas, na tentativa de conter possíveis invasões.

O fim do mundo chegou?
Estaríamos vivendo, realmente, os últimos dias?
Se você nunca se interessou ou tem dúvidas sobre este assunto, o que está escrito nestas linhas pode te ajudar.
Leia com calma e sem pressa.

Três dos quatro Evangelhos (Mateus, Marcos e Lucas), registram a pergunta que os discípulos fizeram a Jesus sobre que sinal haveria da Sua vinda e da consumação do século. Então o Mestre lhes respondeu:

“E certamente ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores”. (Mateus 24: 6-8)

“Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores”. (Marcos 13: 8) 

“Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino; haverá grandes terremotos; epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais no céu”. (Lucas 21: 10-11)

O Mestre chama de princípio das dores o período que vem antes das dores de Israel. O termo, dores de Israel, é também, conhecido na Bíblia como a Angústia de Jacó ou Grande Tribulação, um tempo de tribulação na terra, como nunca houve, nem jamais haverá.

Antes da Grande Tribulação vem o princípio das dores, e conforme os textos, é composto de seis sinais: nação contra nação, reino contra reino; grandes terremotos; epidemias; fomes; coisas espantosas; grandes sinais no céu. Note no texto do Evangelho de Mateus que guerras e rumores de guerras, não fazem parte do princípio das dores. Vamos nos deter, rapidamente, nos seis sinais.

1º - Nação contra nação, reino contra reino: Trata-se de um conflito generalizado. Uma guerra fora dos padrões das que ocorreram ao longo da história. As únicas que se encaixam neste perfil, são as duas grandes guerras mundiais do século vinte. Alguns historiadores
tratam as duas guerras mundiais como sendo uma só. Todas as nações da terra participaram direta ou indiretamente deste conflito.

2º - Grandes terremotos: Os dados científicos revelam que o número de terremotos não está aumentando. O que estamos observando é um aumento de terremotos de grande magnitude. Os grandes terremotos estão mais freqüentes.

3º - Epidemias: Cidades superpovoadas; locais de trabalho pouco ventilados e com algum tipo de condicionamento de ar; transportes de massa fechados; imensa densidade populacional vivendo de forma totalmente interligada; viagens sem fim por todo o globo. Esta configuração cria as condições para a propagação de pestes com uma velocidade nunca vista antes. Começando com a Gripe Espanhola em 1918 que matou, aproximadamente, 50 milhões de pessoas e chegando aos dias de hoje com o HIV, a Febre de La Oroya, Ebola, Dengue, o Vírus do Nilo, SARS, H1N1, H5N1, a doença do Sono na África. Estes e muitos outros agentes infecciosos altamente letais criam, potencialmente, a possibilidade de epidemias em vários locais, podendo se transformar em pandemias globais.

4º - Fomes: A fome sempre esteve presente na conturbada história da humanidade. Guerras, catástrofes naturais, epidemias, alterações climáticas e outros fatores contribuíram para produzir escassez de alimento. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), dos sete Bilhões de seres humanos que habitam o planeta, aproximadamente, um bilhão passa fome.

5º - Coisas espantosas: O desaparecimento do mar de Arau na Rússia foi considerado o maior desastre Ecológico da terra; o recuo do lago Chad deixou mais de 12 milhões de pessoas sem água na África Central; o Tsunami da Ásia matou mais de 250 mil pessoas;
o terremoto do Japão gerou um Tsunami devastador; inundações e enxurradas que arrastam tudo pelo caminho; secas sem precedentes; incêndios que devoram campos, florestas e casas; tornados múltiplos e destruidores; furacões arrasadores; derretimento das geleiras nos pólos e nas montanhas; enormes buracos, que surgem do nada, por todo planeta. Estas são, certamente, coisas espantosas.

6º - Grandes sinais no céu: Nuvens com formato e brilho diferentes; vários cometas, ao mesmo tempo no sistema solar, próximo a terra; muitas pessoas, em todo o mundo, tem visto dois sóis durante o nascente e o poente do sol; explosões solares incomuns; luas vermelhas e coisas estranhas que ninguém sabe explicar o que é.

Dores e Princípio das dores são figuras de linguagem extraídas do parto de uma mulher. Os sinais se tornarão mais intensos, assim como as dores se intensificam próximo ao parto. Creio que o Mestre nomeou estes seis sinais, porque são inconfundíveis e fáceis de perceber. 

Não dá para dizer que não estão presentes em nossos dias.
Jesus era humano como nós, mas os milagres que fez, assim como o anúncio destes seis sinais, aproximadamente, dois mil anos antes, mostram que Ele é, de fato, O Filho de Deus. Mesmo sendo Deus, se tornou um de nós. Identificou-se com nossa humanidade. Participou da nossa história porque nos amou. Tomou sobre si as nossas enfermidades e nossas dores. A culpa dos nossos pecados foi lançada sobre Ele. Veio para nos salvar e não para nos julgar. Trouxe vida eterna aos que Nele crêem. Crês que Jesus Cristo é o filho de Deus? Pois diz a Bíblia, crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua casa.

Estudiosos da Bíblia acreditam que aqueles que crêem em Jesus (a Igreja), serão retirados da terra no princípio das dores, antes da Grande Tribulação, no chamado arrebatamento da Igreja.

José Paulo Vieira - Físico, estudioso das profecias bíblicas e mudanças climáticas há mais de 20 anos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ORANDO PELAS AUTORIDADES



Por intermédio do apóstolo Paulo, Deus nos diz que  devemos orar pelas autoridades, o que inclui o prefeito da nossa cidade, o governador do nosso Estado e a presidente do País.
Leiamos a instrução:

"Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, 4 que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.1-4).

Se pensarmos apenas em Roma, o imperador se chamava NERO CLAVDIVS CAESAR AVGVSTVS GERMANICVS, que governou de Outubro de 54 a Junho de 68 e que mandou matar o autor da Carta a Timóteo.

Este texto foi muito mal usado por governantes déspotas, pelo que precisa ser bem compreendido, para ser aplicado.

1. A oração pelas autoridades faz parte do ministério da intercessão por todas as pessoas, incluindo os governantes. A oração pelos outros (intercessão) agrada a Deus.

2. Os governantes são parte das leis de Deus para a humanidade.
Há leis naturais (estudadas pela física e pela química, por exemplo) e espirituais (instruções sobre a arte de viver nesta vida e na próxima) e há leis sociais (com o conjunto de regras para a vida em sociedade ou vida política).
Uma destas leis é a existência de governos para liderar as nações, estados e cidades.
Eles vivem sob uma pressão muito grande.
Eles vivem sob uma tentação muito grande.
Eles vivem sob uma sedução muito grande.
Eles precisam de uma sabedoria solidária para governar.
Ele precisam de nossas orações.

3. Os governantes precisam de qualidades naturais (dadas naturalmente por Deus), mas também de qualidades especiais (dadas sobrenaturalmente por Deus) para bem governar.
Quando oramos por esses governantes, pedimos a Deus que os capacite, tanto natural quando sobrenaturalmente, não importa se crêem nEle.
Um bom governo permite que os cristãos vivam em liberdade e possam proclamar o amor de Deus para com todos.

4. A oração pelos governantes não elimina o direito à crítica, que pode pedir por seu impeachment. Os tiranos devem ser depostos. Os pastores Martin Niemoller e Dietrich Bonhoeffer resistiram a Hitler. Martin Luther King Jr resistiram à política oficial segregacionista norte-americana. Orar por um político não é aprovar sua conduta.

Devemos pedir pela conversão dos governantes.
Devemos pedir sabedoria para os governantes.
Devemos pedir generosidade dos governantes.
Devemos pedir que os governantes consigam atuar de modo a contribuir para que haja justiça e liberdade.
Podemos até pedir saída dos governantes incompetentes ou corruptos, respeitada a lei, se democrática.

ISRAEL BELO DE AZEVEDO

sábado, 13 de setembro de 2014

12 evidências bíblicas de vida após a morte

12 evidências bíblicas de vida após a morte

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância (Jo 10.10 b).
1) O ladrão condenado foi salvo e esteve com Deus no terceiro céu, o paraíso, no mesmo dia em que morreram ele e o Salvador. O texto também dá suporte a idéia de que a alma espiritual do homem tem consciência após a morte, lançando por terra a pregação daqueles que entendem que a alma é somente um componente que dá animação ao corpo como um programa de computador dá animação a um robô sem conferir-lhe personalidade, caráter, razão, consciência e individualidade.
LC 23.43 Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.
IICO 12.2 Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu. IICo 12.3 E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) IICo 12.4 Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar.
2) O apóstolo Paulo admite a certeza de que estará com Cristo no Céu após morrer.
Fp 1.21 Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Fp 1.22 Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Fp 1.23 Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Fp 1.24 Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne.
3) Cristo ensina a consciência ao admitir haver um juízo e um destino para as almas dos homens após a morte.
HB 9.27 E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.
Lc 16.19 Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. LC 16.20 Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; Lc 16.21 E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. Lc 16.22 E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. Lc 16.23 E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. LC 16.24 E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Lc 16.25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. LC 16.26 E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. Lc 16.27 E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, LC 16.28 Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Lc 16.29 Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. LC 16.30 E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles,
arrepender-se-iam. Lc 16.31 Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.

4) O Mestre ensina que, mesmo que o crente esteja morto, sempre viverá,pois é Deus de vivos e não de mortos.
Jo 11.25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; Jo 11:26 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?
Mt 22.32 Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.
5) O Apocalípse ensina a consciência dos seres humanos após a morte do corpo.
Ap 6.9 E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. AP 6.10 E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Ap 6.11 E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram.
6) Os salmistas ensinam que Deus guia o homem enquanto vivo e que o recebe na Glória após a sua morte.
Sl 49.14 Como ovelhas são arrebanhados ao Seol; a morte os pastoreia; ao romper do dia os retos terão domínio sobre eles; e a sua formosura se consumirá no Seol, que lhes será por habitação. Sl 49.15 Mas Deus remirá a minha alma do poder do Seol, pois me receberá.
Sl 73.21 Quando o meu espírito se amargurava, e sentia picadas no meu coração, Sl 73.22 estava embrutecido, e nada sabia; era como animal diante de ti. Sl 73.23 Todavia estou sempre contigo; tu me seguras a mão direita. Sl 73.24 Tu me guias com o teu conselho, e depois me receberás em glória.
7) Paulo ensina que, enquanto nesse corpo, estamos ausentes do Senhor, mas que após a morte o crente estará na Sua presença.
IICo 5.1 Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. IICo 5.2 Pois neste tabernáculo nós gememos, desejando muito ser revestidos da nossa habitação que é do céu, IICo 5.3 se é que, estando vestidos, não formos achados nus. IICo 5.4 Porque, na verdade, nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos oprimidos, porque não queremos ser despidos, mas sim revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. IICo 5.5 Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu como penhor o Espírito. IICo 5.6 Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos presentes no corpo, estamos ausentes do Senhor IICo 5.7 (porque andamos por fé, e não por vista); IICo 5.8 temos bom ânimo, mas desejamos antes estar ausentes deste corpo, para estarmos presentes com o Senhor. IICo 5.9 Pelo que também nos esforçamos para ser-lhe agradáveis, quer presentes, quer ausentes. IICo 5.10 Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal.
8) Tiago, irmão do Senhor, admite que o crente, mesmo depois de estar no sono da morte, vive na santa presença do Senhor.
I Ts 5.9 porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo, I Ts 5.10 que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele.
9) Paulo admite que a família de Deus, o Pai dos crentes, também está no Céu.
Ef 3.14 Por esta razão dobro os meus joelhos perante o Pai, Ef 3.15 do qual toda família nos céus e na terra toma o nome, Ef 3.16 para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais robustecidos com poder pelo seu Espírito no homem interior.
10) O autor de Hebreus admite que os patriarcas estão a desejar a ressurreição, o que nos faz pressupor estarem tais homens conscientes mesmo após a morte de seus corpos.
Hb 11.13 Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado, de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Hb 11.14 Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria. Hb 11.15 E se, na verdade, se lembrassem daquela donde haviam saído, teriam oportunidade de voltar. Hb 11.16 Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de ser chamado seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.
11) O Senhor Jesus mostra-nos o inferno como um lugar de punição ininterrupta para os descrentes e demais inimigos de Deus Pai.
MT 3.10 E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada nofogo.
MT 3.12 Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará.
MT 13.40 Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.
MT 13.50 E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
LC 13.24 Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão. LC 13:25 Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta, e começardes, de fora, a bater à porta, dizendo: Senhor, SENHOR, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois; LC 13:26 Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. LC 13.27 E ele vos responderá: Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade. LC 13:28 Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora.
MC 9.43 E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, MC 9.44 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. MC 9.45 E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga, MC 9.46 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.
MC 9.47 E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno, MC 9.48 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. MC 9.49 Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal.
AP 20.10 E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.
JD 1.6 E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; JD 1.7 Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.
12) Mesmo morto há séculos, Moisés aparece ao Salvador no monte.
Dt 34.5 Assim morreu ali Moisés, servo do SENHOR, na terra de Moabe,conforme a palavra do SENHOR.
MC 9.2 E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; MC 9.3 E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. MC 9.4 E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus. MC 9.5 E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias.
JD 1.9 Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda.
Por Nélio Macedo, apologista protestante.

A Evidência Bíblica do Inferno


Um Jesus amoroso realmente ensinaria sobre o inferno? Sim, e assim também o faz todo autor do Novo Testamento. Consideremos o que eles ensinam.

O inferno em Mateus
No Sermão do Monte, frequentemente conhecido por sua ênfase no amor e no reino, Jesus ensina a realidade e a natureza do inferno (5.50-30; 7.13-27). Em Mateus 5.20-30, Jesus contrasta o inferno com o reino de Deus e adverte que o inferno é um perigo real para pecadores impenitentes. O fogo do inferno, a justiça do inferno e o extremo sofrimento no inferno são especialmente enfatizados. Os impenitentes são advertidos a usarem medidas extremas para evitarem ser lançados lá por Deus.
Conforme Jesus conclui o Sermão do Monte, ele contrasta o reino do céu com os horrores do inferno (7.13-27). Jesus avisa que o inferno é um lugar de destruição, descrito como o fim de um caminho largo. O inferno aguarda a cada um que não entra no reino dos céus — mesmo aqueles que professam conhecer Cristo mas continuam no pecado. Jesus é o Juiz e Rei que pessoalmente exclui os perversos de sua presença e do reino dos céus (“Apartai-vos de mim”, 7.23). De fato, aqueles que falham em seguir a Jesus são como uma casa construída sobre a areia que, no fim, acaba desmoronando.
Mateus reconta também o surpreendente aviso de Jesus de que os judeus desprovidos de fé sofrem o perigo de ir para o inferno, que é retratado como as trevas exteriores e um lugar de intenso sofrimento (8.10-12). Jesus fala do inferno quando envia seus discípulos dizendo que eles não deveriam temer o homem, mas apenas Deus, “que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (10.28). Nas parábolas de Jesus sobre o joio do campo (13.36-43) e sobre a rede (vv. 47-50), o inferno é visto como uma exclusão ou separação do reino de Deus, descrito em termos de fogo e um lugar de sofrimento. Mais tarde, jesus descreve o inferno como um lugar de “fogo eterno” (18.8) e até mesmo adverte os escribas e fariseus a respeito do inferno, caracterizando-o como inescapável para o impenitente (23.33).
No Sermão Profético, Jesus fala do castigo futuro nas parábolas dos servos bom e mau (24.45-51), das virgens (25.1-13), dos talentos (25.14-30) e no trecho das ovelhas e dos cabritos (25.31-46). Várias verdades a respeito do inferno emergem. O inferno é castigo pela desobediência ao mestre. O inferno é expresso visualmente como um lugar onde as pessoas são cortadas em pedaços e colocadas junto aos hipócritas (24.51) e também como um lugar de sofrimento (24.51; 25.30). Jesus também aponta para a semelhança do inferno com um lugar exterior, ou um lugar de exclusão ou separação (25.10-12, 30), como as trevas exteriores (v. 30), como ele mesmo banindo pessoas de sua presença e do reino (“Apartai-vos de mim”, v. 41), e como simplesmente condenação ou castigo (vv. 41, 46). O inferno é, então, descrito como eterno. É um lugar de “fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (v. 41) e de “castigo eterno” (v. 46).
O inferno em Marcos
Marcos 9.42-48 é semelhante a Mateus 18.6-9 e registra o ensino de Jesus de que o inferno é um castigo pelo pecado que é pior que a morte e o sofrimento terreno. O inferno é a exclusão do reino de Deus, um resultado do ativo julgamento de Deus sobre o pecado e um lugar de eterno sofrimento.
O inferno em Lucas
Em Lucas 13.1-5, Jesus fala do inferno como um castigo para os impenitentes e aqueles que estão no inferno são retratados como perecendo. Em Lucas 16.19-31, Jesus conclama à generosidade aos pobres proclamando que a justiça prevalecerá através do julgamento vindouro sobre os perversos opressores. O castigo é marcado por sofrimento, tormento, fogo, agonia, exclusão do céu e em caráter definitivo.
O inferno em Paulo
Tomaria muito espaço fazer um panorama de tudo o que Paulo escreve a respeito do inferno, então ressaltaremos Romanos e 2 Tessalonicenses.
Em sua carta à igreja romana, Paulo enfatiza que tanto judeus quanto gentios estão debaixo do pecado, debaixo da ira e do julgamento de Deus. Aqueles que têm fé em Cristo escaparão. Nesse contexto, Paulo relata importantes verdades a respeito do inferno.
Primeiro, o castigo futuro é conectado à ira de Deus. Os perversos estão presentemente sob sua ira (1.18-32), são objetos de ira (9.22), continuamente acumulam para si ira para o dia da ira (2.5-8; 3.5), e podem ser salvos da ira apenas pela fé em Cristo (5.9-21).
Segundo, o castigo futuro é o julgamento de Deus. Os perversos são merecidamente condenados sob o julgamento de Deus, que é imparcial, verdadeiro, justo e certo (2.1-12; 3.7-8). Essa condenação é resultado do pecado e é o justo castigo pelo pecado (6.23).
Terceiro, o castigo futuro consistirá em tribulação e angústia. Esse sofrimento não mostra favoritismo entre judeus e gentios (2.8-11).
Quarto, o castigo futuro consiste em “morte” e “destruição”. Pecadores merecem a morte (1.32), o salário do pecado é a morte (6.16-23), como pecadores, nós produzimos o fruto que dá para a morte (7.5), aqueles que vivem de acordo com a morte devem esperar a morte (8.13), e os pecadores são vasos de ira “preparados para a destruição” (9.22). Quinto, tanto o pecado quanto o castigo futuro são separação de Cristo (“anátema, separado de Cristo”; vide 9.3).
Conforme ele encoraja os crentes sofrendo perseguição em 2 Tessalonicenses, Paulo salienta que a justiça de Deus prevalecerá (1.5-10). Em poucos versos, Paulo enfatiza várias verdades importantes sobre o inferno: o inferno é o resultado da justiça retributiva de Deus sobre pecadores; o inferno é um castigo para aqueles que não conhecem a Deus e não obedecem o evangelho; o inferno é destruição eterna; e o inferno é exclusão da presença e da majestade de Jesus.
O inferno em Hebreus
Duas passagens em Hebreus falam claramente a respeito do juízo futuro. Hebreus 6.1-3 se refere ao castigo futuro dos perversos como o “juízo eterno” (6.2), que é um “princípio fundamental” da fé. Hebreus 10.27-30 retrata esse juízo como horrível e severo, e como um fogo vingador que consumirá os inimigos de Deus. Também ensina que o inferno vem de Deus como castigo, juízo e retribuição.
O inferno em Tiago
A carta de Tiago retrata o castigo futuro primariamente em termos de destruição, morte, justiça e sofrimento. Em particular, os opressores murcham e são destruídos (1.11); o pecado produz a morte e seus descendentes (1.15; vide 5.20); e Deus é o Legislador e Juiz, capaz de salvar e destruir (4.12). Tiago ensina que os opressores do povo de Deus merecem ser punidos severamente. Esse justo sofrimento é certo e severo, visualmente retratado como misérias, carne sendo consumida pelo fogo, e o dia da matança.
O inferno em Pedro e Judas
A segunda carta de Pedro é cheia de referências ao inferno, e Judas faz um paralelo muito próximo a 2 Pedro 2. Tanto Pedro quanto Judas descrevem o inferno como destruição (2 Pedro 2.1, 3, 12; Judas 5, 10, 11), como condenação estando sobre os perversos (2 Pedro 2.3; Judas 4), e como abismos das trevas onde anjos rebeldes são reservados para juízo (2 Pedro 2.4; Judas 6 é semelhante). Pedro ilustra o castigo futuro com um relato de Sodoma e Gomorra sendo reduzidas a cinzas (2 Pedro 2.6) e adverte que Deus reserva os injustos para o Dia de Juízo, mantendo-os sob castigo (2.9). Pedro também escreve que o inferno é um lugar de retribuição, ou salário (v. 13) e como a negridão das trevas (v. 17; Judas 13). Judas adiciona que o inferno é um castigo de fogo eterno (Judas 7, 15, 23).
O inferno no Apocalipse
O Apocalipse ensina que o inferno é um lugar onde a fúria e a ira de Deus são sentidas em total força (14.10). O inferno é um lugar de intenso sofrimento, cheio de “fogo e enxofre” (14.10; veja o lago de fogo em 20.10, 14-15; 21.8), um lugar onde “a fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos” (14.11). O sofrimento é contínuo: “Não têm descanso algum, nem de dia nem de noite” (14.11), e “serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (20.10).
Em Apocalipse 20.10-15, o apóstolo João enfatiza que o inferno é o justo castigo para o perverso. Deus lança o diabo, a Besta e o Falso Profeta no inferno. Eles não governam ou possuem qualquer poder no inferno, mas são “lançados” lá (20.10). Lá também estão todos aqueles cujos nomes não são encontrados no livro da vida (v. 15). Esses serão separados de Deus no inferno (21.6-8) e banidos do céu (22.15).
Três retratos do inferno
Claramente o castigo futuro dos perversos é um tema significativo na Escritura. Jesus o ensina, assim como todo escritor do Novo Testamento. Embora este breve panorama tenha demostrado uma lista de verdades sobre o inferno, três descrições chave do inferno recorrerão no Novo Testamento:
1. Castigo
O retrato principal do inferno é o de um lugar de sofrimento pelo pecado. O castigo é merecido, consiste em sofrimento e é eterno.
2. Destruição
Tal destruição é descrita como morte, segunda morte, perda e ruína (veja o artigo de Robert Peterson para mais informações sobre isso).
3. Ostracismo
Enquanto o castigo salienta o lado ativo do inferno, o ostracismo mostra o horror do inferno ao ressaltar o que os incrédulos perdem — a própria razão de sua existência, a saber, glorificar e amar a Deus.
Inferno — é isso que merecemos. Esse é o tamanho da nossa pecaminosidade. Foi isso que Cristo suportou por amor de nós, e isso deveria nos estimular a compartilhar o evangelho.
Christopher Morgan11 de Setembro de 2014 - Teologia