quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Dez princípios da retórica conspiracionista



Ainda que visando alvos bastante distintos, os discursos conspiracionistas apresentam uma grande constância. Eles resultam de uma mecânica intelectual da qual é possível extrair os principais fundamentos
por Benoît Bréville


1. Nunca falar de conspiração
“Nesta Revolução Francesa, tudo, até seus planos mais espantosos, tudo foi previsto, meditado, combinado, resolvido, estabelecido; tudo foi [...] organizado por homens que tinham sozinhos o fio das conspirações havia muito elaboradas nas sociedades secretas e que souberam escolher e aguardar os momentos propícios para o complô.” No final do século XVIII, quando o abade Augustin de Barruel escreveu essas linhas, aqueles que viam complôs por toda parte avançavam com o rosto à mostra. Eles falavam de conspiração, sociedades secretas, planos escusos. Hoje, o vocabulário mudou. “Acho que essa palavra [conspiração] nunca foi utilizada em meu livro. Na verdade, eu falo de ‘projeto de dominação’, de ‘rede de dominação’”, explicou Alain Soral, em 23 de março de 2011 na rádio RFI. Como seus aliados Dieudonné e Thierry Meyssan – dois outros pontas de lança do conspiracionismo francês –, ele alega principalmente que desconfia das “versões oficiais” e propõe “informações alternativas”. O site Stop Mensonges [Stop Mentiras] tem como lema “A verdade nos libertará”; para o WikiStrike, “nada, nem ninguém, é superior à verdade”. Já o ultracatólico Médias-Presse-Info se apresenta como “uma mídia original que visa à vulgarização da informação de uma maneira deliberadamente objetiva, livre e sem concessão”. Quem poderia censurar?

2. Julgar-se vanguarda
“Falemos claramente: eu não acredito na versão oficial que as mídias nos apresentam repetidamente”, orgulha-se um colaborador do Médias-Presse-Info.1 Essa dúvida permanente provoca a impressão agradável de pertencer a uma vanguarda esclarecida, de estar entre aqueles que não são enganados. “Admitir que algo não está funcionando na tese oficial, compreender o modo como evidentemente ela foi fabricada, é um trabalho [sobre si] que muitas pessoas não são capazes de fazer, que a maioria não é capaz de fazer”, explica, satisfeito de si, o ator Mathieu Kassovitz em um vídeo postado na internet na ocasião do décimo aniversário do 11 de Setembro. Esse sentimento de superioridade encontra-se também no administrador do site Stop Mensonges, um “francês que mora nos Estados Unidos”: “Desde que tive acesso à língua inglesa, não paro de descobrir informações na internet que até então me eram inacessíveis em francês. Essas informações são, para a maioria das pessoas, ‘inacreditáveis’, de difícil acesso para nosso cérebro condicionado desde o nascimento pelas mídias oficiais, a educação tradicional”. Esse prazer de fazer parte de um grupo de iniciados, a convicção de dispor de informações reservadas a um pequeno número, de se distanciar do rebanho, contribui para a atração exercida pelas teorias da conspiração.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

“INGRATIDÃO, TRAIÇÃO, INJUSTIÇA, DESLEALDADE!”COMO AGIR DIANTE DESSA DOR?

INGRATIDÃO, TRAIÇÃO
 “Se um inimigo me insultasse, eu poderia suportar; se um adversário se levantasse contra mim, eu poderia defender-me; mas logo você, meu colega, meu companheiro, meu amigo chegado, você, com quem eu partilhava agradável comunhão enquanto íamos com a multidão festiva para a casa de Deus!” (Salmos 55:12-14).
Alguem disse sabiamente: a seguinte frase: ..."O Coração do ingrato não tem memória e esquece muito rápido de como tudo começou..."

A frase me chamou a atenção. Principalmente por se tratar de uma grande verdade! 


Ingratidão é uma forma de fraqueza. Jamais conheci homem de valor que fosse ingrato.
Johann Goethe
POIS A BÍBLIA ALERTA: 


"Os homens serão EGOISTAS, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, INGRATOS, ímpios," (2 Timóteo 3:2).


Infelizmente é verdade! E isso fica cada vez mais evidente com o passar dos anos. 

A ingratidão é obra da carne.  E sua raiz é o EGOISMO! 
É FATO: TODO INGRATO É EGOISTA, E VICE VERSA. ...O egoísta (ingrato), em prol dos seus próprios sonhos, objetivos e pretensões, despreza e esquece-se de todos que o ajudaram a começar e investiram em seu desenvolvimento. 
Há casos de filhos, que após se formarem e terem uma carreira profissional bem sucedida desprezam e se envergonham de seus pais por sua simplicidade, esquecendo-se que foram eles que, com sacrifício custearam seus estudos. E também pessoas que voltaram a estudar a custa do sacrifício, investimento e apoio do cônjuge, e que antes mesmo de se formar arrumaram outro (a) na faculdade, e alguns, até se divorciaram (e quando confrontados disseram: "Ah, Eu tenho o direito de ser feliz...". Ah, eu só estou perseguindo meu sonho...". E outro até disse: "Ah, eu quero me separar porque não consigo mais dialogar com minha esposa, agora que sou uma pessoa estudada e ela não consegue mais acompanhar meu raciocínio e entender o que falo, simplesmente não tem mais papo entre nós...")... E algumas ovelhas, obreiros, lideres que... Bom, é melhor nem falar, que faltaria espaço. Rsrsrssr... Pois são muitos os "TRISTEMUNHOS" de ingratidão que se vê, até mesmo nas igrejas... Como diz Mike Murdock: "INGRATIDÃO É DESCOBRIR (TER A SENSAÇÃO), QUE INVESTIU NA PESSOA ERRADA!..." 


Infelizmente, essa é uma sensação que todo pastor enfrenta, já enfrentou ou enfrentará algumas; (pra não dizer muitas) vezes no ministério. A sensação de ter se esforçado inutilmente. Veja o que o apostolo Paulo disse:


"Temo que os meus esforços por vocês tenham sido inúteis" (Gl 4:11).


"retendo firmemente a palavra da vida. Assim, no dia de Cristo eu me orgulharei de não ter corrido nem me esforçado inutilmente". (Filipenses 2:15-16).


"Por essa razão, não suportando mais, enviei Timóteo para saber a respeito da fé que vocês têm, a fim de que o tentador não os seduzisse, tornando inútil o nosso esforço". (1 Tessalonicenses 3:5).


NEM O PRÓPRIO MESTRE JESUS CRISTO; ESCAPOU DE SOFRER INGRATIDÃO, DESPREZO E TRAIÇÃO POR PARTE DAQUELES A QUEM SERVIU E ABENÇOOU. VEJAMOS:


·         O CASO DOS DEZ LEPROSOS CURADOS. SOMENTE UM VOLTA PARA AGRADECER. 


“Jesus perguntou: Não foram purificados todos os dez”? Onde estão os outros nove?

Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro? (Lucas 17:17-18)


·         A MAIORIA DOS SEUS DISCÍPULOS O ABANDONOU, DESPREZANDO AS PALAVRAS QUE ELE PREGAVA. RESTANDO SOMENTE OS DOZE:


“Daquela hora em diante, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo”.

Jesus perguntou aos Doze: "Vocês também não querem ir?”.
Simão Pedro lhe respondeu: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna”. (João 6:66-68)


COMO EU DIGO SEMPRE:  Se você prega o “evangelho” e nunca ninguém te abandonou dizendo: “Duro é esse discurso”! Que palavras duras! Ninguém pode suportar isso! Vou-me embora dessa igreja!...

Sinto muito. É bem provável que você não esteja pregando o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo. AS VERDADEIRAS PALAVRAS DE VIDA ETERNA!


·         E DOS DOZE QUE SOBRARAM, UM ERA UM DIABO (UM TRAIDOR).


Então Jesus respondeu: "Não fui eu que os escolhi, os Doze? Todavia, um de vocês é um diabo!” (Ele se referia a Judas, filho de Simão Iscariotes, que, embora fosse um dos Doze, mais tarde haveria de traí-lo.). (João 6:70-71).


“... Mas Jesus lhe perguntou: “Judas, com um beijo você está traindo o Filho do homem”?” (Lucas 22:48)


·         PEDRO, UM DOS ONZE RESTANTES, O NEGOU TRÊS VEZES. MESMO DEPOIS DE JURAR-LHE  LEALDADE ATÉ A MORTE:


“Disse-lhe Pedro: Ainda que me seja mister morrer contigo, não te negarei. E todos os discípulos disseram o mesmo”. (Mateus 26:35).


...E logo o galo cantou pela segunda vez. Então Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe tinha dito: "Antes que duas vezes cante o galo, você me negará três vezes". E se pôs a chorar. (Marcos 14:72)


·         E TODOS OS DEMAIS DISCÍPULOS QUE TAMBÉM HAVIAM JURADO LEALDADE, O ABANDONARAM NO MOMENTO MAIS DIFÍCIL DE SUA VIDA.


“Mas tudo isto aconteceu para que se cumpram as escrituras dos profetas. Então, todos os discípulos, deixando-o, fugiram”. (Mateus 26:56).


·         O MESMO POVO QUE ELE CUROU, LIBERTOU, ABENÇOOU; O MESMO POVO QUE NUM DIA CELEBRAVA SUA ENTRADA TRIUNFAL EM JESRUSALEM, NO OUTRO DIA SE DEIXAVA MANIPULAR PELOS RELIGIOSOS, E GRITAVAM: “CRUCIFICA-O”! 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

O FUTURO DA HUMANIDADE ESTÁ CONDICIONADO A DESCOBERTA DE UM NOVO PLANETA?





O brilhante físico Stephen Hawking afirmou recentemente que o custo ambiental para a manutenção de nossa civilização aliado aos riscos gerados pelo próprio progresso científico certamente provocará um desastre em escala planetária, mas ele acredita que se a humanidade sobreviver por mais algum tempo, poderemos expandir nossa civilização para o espaço.

A Veja veiculou em de Abril deste ano a seguinte notícia:

O físico Stephen Hawking apresentou em Nova York um ambicioso projeto de exploração espacial apoiado pelo bilionário russo Yuri Milner e pelo criador do Facebook, Mark Zuckerberg. A missão prevê um novo e minúsculo modelo de sonda com a qual se pretende alcançar o sistema estelar mais próximo ao nosso, Alfa Centauro. Se a iniciativa for bem sucedida, os cientistas poderão determinar se o sistema formado por três estrelas tem um planeta parecido com a Terra, capaz de sustentar a vida como conhecemos. “Para sobreviver como espécie, devemos nos dirigir às estrelas, e hoje nos comprometemos com o próximo grande avanço do homem no cosmos”, disse Hawking em entrevista coletiva em Nova York.

Quando cientistas esperam encontrar um planeta em condições de abrigar a vida existente hoje na terra, estão falando de uma relação do planeta com seu sol, muito próxima da que existe em nosso sistema solar. Precisamos encontrar um sistema solar com uma estrela amarela (emissão máxima de radiação na faixa do amarelo), massa, temperatura e brilho semelhantes ao nosso sol. Esta estrela não pode fazer parte de um sistema com outras estrelas, pois provocaria graves interferências gravitacionais, além de perturbações danosas como consequência da emissão de radiação de cada uma delas.

Nosso sol é uma estrela tipo espectral G de idade, massa, temperatura e brilho médios. A faixa de radiação luminosa emitida com mais intensidade está compreendida entre 5000 Å e 5700 Å, a faixa de luz do amarelo. Do espectro emitido pelo sol, somente a faixa compreendida entre 3500 Å e 7000 Å (luz visível), atinge a superfície da terra. O restante fica retido na atmosfera, por uma série de fatores, caso contrário não existiria vida na terra. A faixa do visível tem a quantidade de energia suficiente para manter a temperatura do planeta em condições ideais para a manutenção dos sistemas biológicos.

O planeta em questão precisa ocupar uma órbita na sua estrela na mesma faixa de distância da órbita da terra com o sol. Ter tamanho aproximado ao da terra para ter a mesma força gravitacional. Possuir um sistema de proteção atmosférica que permita somente a chegada da faixa do visível a sua superfície. Os gases presentes na atmosfera precisam ter os mesmos componentes da nossa e em proporções semelhantes. Muita água, e composição química do solo em condições de receber as sementes que levaremos. Olha que esta é uma visão bem simplista da realidade. Existem outros fatores importantes que não mencionamos tais como: relevo; atividade vulcânica; atividade tectônica; ventos; quantas luas orbitam tal planeta; se tem estações bem definidas e outros elementos determinantes para a gênese planetária.

Os telejornais noticiaram no dia 12 de Agosto que Astrônomos europeus descobriram um planeta semelhante a terra no sistema solar de Alfa Centauro. O planeta está a 4,3 anos-luz de distância, tem massa e tamanho semelhantes ao da Terra. Está orbitando ao redor da estrela Alfa Centauro B, de tipo espectral K, cuja emissão máxima de luz está compreendida entre 5700 Å e 6000 Å, a faixa do Alaranjado e faz parte de um sistema estelar composto por três estrelas.

Apesar ter sido criado uma enorme expectativa em torno da notícia, ela não retrata a realidade dos fatos. Na verdade, o tal planeta é muito diferente da Terra, pois está, somente, a seis milhões de quilômetros da estrela Alfa Centauro B (a terra está a cerca de 150 milhões de quilômetros do nosso sol). O ano deste planeta tem a duração de 3,2 dias terrenos. A temperatura na sua superfície chega a 1.200°C. Trata-se de uma verdadeira bola de fogo. Além do mais, trata-se de um sistema com três estrelas, existe uma confusão letal provocada pela interação de suas radiações.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Casamento - Unidade e cumplicidade



Viver em unidade não só produz satisfação emocional no relacionamento como também libera bênçãos de Deus para o casal. Quando os dois conseguem entender o que a unidade pode produzir em suas vidas, certamente faz de tudo para preservá-la.

Nessa fase, o casal começa a compreender porque o diabo luta tanto contra a unidade entre os cônjuges.
Jesus deixou de “bandeja” para todos os casais da Terra o segredo de um casamento extremamente feliz.
Ele esclareceu que a unidade e a concordância são o “sim” do homem para Deus, permitindo que Ele possa agir em nossas vidas. Isso é real, independente do que se crê.
Ainda vos digo mais: Se dois de vós na Terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. (Mateus 18:19,20)

A reflexão é: A falta de unidade impede Deus de agir. Quando há desentendimentos e discordância entre um casal, algo acontece também na dimensão espiritual.
Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações. (I Pedro 3:7)

Quando o homem deixa de dar honra à mulher como vaso mais frágil e começa a maltratá-la, ainda que só verbalmente ou enganando-a, está comprometendo não só a sua vida espiritual como toda a sua vida sentimental.
A Bíblia relata que as orações serão impedidas; e isso também vale para a mulher.

Nessas condições, mesmo que um dos dois clame a Deus, sua oração será impedida.
Trata-se aí de um princípio que foi violado.
Muitas pessoas insistem em acreditar em suas próprias verdades.
Acreditam em algumas partes da Bíblia e em outras não. Ou seja: aquilo que lhe é atrativo é bem recebido e aceito. O que lhe incomoda é questionado. Ora, acaso Deus é homem para que minta?

Quando marido e mulher se tornam um e falam a mesma língua, sem discordância, o resultado é a remoção de limites e é aí que Deus age com liberdade. No mundo espiritual, a união dos cônjuges não representa soma, mas multiplicação. Um faz fugir a mil de seus inimigos, mas dois fazem fugir dez mil! (Dt.32:30)

Sem cumplicidade não há acordo

É preciso haver cumplicidade, para uma união ser verdadeira é necessário que haja remoção ou acerto de pendências. (Pv.28:13)

Não se pode fingir que está tudo bem só para agradar ou não desagradar o cônjuge. Ser artista e interpretar uma reação irreal não produz união verdadeira. A sinceridade é a base de um relacionamento. Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. (Pv.27:5) Se a repreensão é dada com amor e sabedoria, certamente produzirá frutos excelentes.

O ajuste na relação conjugal pode não ser muito fácil, pois existem diferenças de personalidade, temperamento e educação, além das diferenças naturais entre o universo feminino e o masculino.

Quando, porém, o interesse é aprender com Deus sobre vida a dois, o ser humano consegue, sem dor, perdoar, ceder e recomeçar.

Independente do que o homem crê ou não, existe uma ordem de governo estabelecida por Deus para um casal. O marido é o cabeça (Ef.5:22-24), se entende que a palavra final é dele. O que não significa que ele esteja sempre certo ou que não deva levar em consideração o que diz a esposa. Se Deus instituía a mulher de ser chamada de auxiliadora, é porque o homem precisa de sua ajuda.

Para refletir:
Como andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?
(Amós 3:3)

Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.
 (Efésios 4:26,27)

A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15:1)

Pois onde há inveja e sentimento faccioso aí há confusão e toda espécie de cousas ruins. (Tiago 3:16)

O cansaço da alma


Sentiu-se cansado alguma vez, chegando a pensar em desistir de tudo e ir a um lugar distante, onde pudesse recomeçar a vida do zero? Pois é, esta sensação advém da desmotivação de continuar percorrendo o ciclo das rotinas diárias, cuja finalidade, por vezes, parece não haver sentido. 

Em geral, o cansaço emocional é o resultado inevitável de esforços pessoais prolongados; de sucessivas frustrações no trabalho, nos estudos e até mesmo na família; de eventos combinados que parecem conspirar contra a nossa paz; de sofrimentos internos contidos pelo medo das reações que as pessoas terão; etc. Nestes casos, pouco a pouco, percebemos uma baixa gradativa na disposição e na alegria que antes nos levava a superação das dificuldades com bravura e destemor. 

Estas experiências não podem ser subestimadas, especialmente porque drenam nossa vitalidade espiritual, tornando-nos inconstantes ou indiferentes em relação a Deus, leitura da Bíblia, oração, serviço cristão, contribuição e participação nas atividades da Igreja.

Na Bíblia encontramos o registro de diversos personagens que viveram situações de esgotamento, demonstrando quão profundas eram suas limitações, fraquezas e miséria. É o caso do autor, por exemplo, relatado no Salmo 42, entre os filhos de Coré (Êx 6:24; 1 Cr 6:31-37). A sua alma estava abatida (v. 5, 6 e 11) por causa da opressão dos seus inimigos que insultavam sua fé (v. 3, 9-10) e tudo isto afetou sua vida espiritual. Ele se angustiou entre o sentimento de ausência da presença de Deus e a convicção de estar nela. Perguntou: “quando irei e me verei perante a face de Deus?” (v. 2), depois: “Contudo, o Senhor, durante o dia, me concede a sua misericórdia, e à noite comigo está o seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida” (v. 8). É claro que as contingências da vida impactam nossas disposições e percepções. E não estamos imunes às aflições espirituais resultantes delas. 

Como poderíamos reagir em meio ao cansaço emocional? 

Salmo 42 diz que o autor desejou a presença de Deus (v. 1-2), expôs as suas angústias em lágrimas (v. 3), se lembrou das boas experiências vividas (v. 4 e 6), esperou pela resposta ao seu sofrimento (v. 5 e 11) e contou com a misericórdia de Deus em oração (v. 7-10). Além destas experiências, atentemos para as lições que emergem somente das circunstâncias de aflição, para nos tornar mais pacientes e sábios, desenvolvendo em nós resistência emocional e maturidade para entender e auxiliar outros. Lembremo-nos, também, que nunca estamos sozinhos nestas angústias. Homens e mulheres santas do passado passaram por situações semelhantes e até mais intensas que as nossas. 

Se ainda não conseguimos enxergar uma solução em curto prazo, não desistamos, pelo contrário, esperemos, como o salmista fez entre tantas perguntas sem resposta (sete ao todo), pois Deus ainda quer agir em nós exatamente nestes momentos, transformando fraquezas em forças, dúvidas em convicções, tristezas em alegrias, frustrações em benefícios que nos acompanharão por toda a vida!

Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.   Mateus 11:28

lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.    Pedro 5:7


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

DEPOIS DE VACINAREM 48 MILHÕES DE PESSOAS, VEM O ALERTA: “A VACINA DA GRIPE É UM VENENO MORTAL”



Recentemente, tem circulado pela internet uma mensagem que alerta para não tomar a vacina H1N1 pelo simples risco da síndrome GBS. Aparentemente, a vacina da gripe é um veneno mortal.
Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é a síndrome de Guillian-Barre, que já matou e incapacitou centenas de americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979, tendo sido confirmados 500 casos com esta síndrome. Então, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois, após terem sido vacinadas 48 milhões de pessoas.
Esta síndrome ataca diretamente o sistema nervoso e causa problemas de respiração, paralisia e pode até levar à morte. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90, foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca) constituía um risco significativo. Nos EUA, a FDA pediu insistentemente que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca fosse uma realidade.
Vários médicos, farmacêuticas e meios de comunicação continuam a mentir sobre o mercúrio em vacinas. Os mídia deixaram a ciência totalmente de lado na sua propaganda de incentivo à vacina contra a gripe, tendo deixado de mencionar de todo qualquer um dos riscos associados à mesma. Segundo quase todas as histórias publicadas, as vacinas contra a gripe oferecem praticamente proteção certa contra a gripe enquanto que o risco nunca é mencionado.
Na própria bula é revelado que a vacina nunca foi submetida a ensaios clínicos científicos: “Não houve estudos controlados que demonstrem adequadamente uma diminuição na doença influenza após a vacinação com Flulaval”, é o que se pode ler no folheto informativo num texto minúsculo que ninguém lê.

O PERIGO DAS VACINAS - A MORTE "QUASE" INVISÍVEL






Como velho pesquisador de teorias de conspiração, as vacinas eram algo que me chamavam a atenção, mas sempre que eu procurava por alguma fonte, sempre encontrava comentários fervorosos de renomados teóricos da conspiração, como Alex Jones, alertando sobre os perigos da vacinação. O problema maior é que sou médico e, infelizmente nunca me senti a vontade de publicar análises e algo do tipo embasado em comentários de pessoas sem a devida formação na área e, após algum tempo tendo deixado esse assunto meio que na “geladeira”, me deparei com o maravilhoso trabalho da médica Dra. Suzanne Humphries, que junto ao Dr. Roman Bystrianyk, lançaram o livro Dissolving Illusions: Disease, Vaccines, and Forgotten History (Dissolvendo Ilusões: Doenças, Vacinas, e a História Esquecida). Pessoalmente eu ainda não li o livro, mas se já quiserem ir adiantando a leitura (para aqueles que têm conhecimento em inglês), recomendo e muito (praticamente algo que deveria ser de utilidade pública) a leitura sobre os perigos da vacinação no site dela aqui.
Para quem nunca ouviu falar da Dra. Humphries, ela disponibiliza o currículodela no site, e posso dizer que é extremamente bem capacitada para falar sobre o assunto, até mesmo porque entendo ela ser atualmente o maior nome no assunto de pesquisa sobre os perigos das vacinas. Agora, se acham que os resultados da Dra. Humpries vão aparecer na grande mídia, esperem sentados, pois não é esse o objetivo das elites controladoras da mídia que adoram aquele que é o pai da mentira e veio para roubar, matar e destruir. O que me fez tirar esse assunto da “geladeira” foi quando passei o olho no programa “Bem Estar” da Rede Globo e vi um daqueles médicos de jaleco falando nos novos esquemas de vacinação para o Brasil. Ele falou de uma das doses da vacina anti-polio que antes era em gota, agora será injetável desde as primeiras doses. Isso me alertou pois, porque agora injetar mais uma vacina de uma doença praticamente desaparecida entre nós? Deem uma olhada num esquema completo de vacinação e observem a quantidade de “doenças atenuadas” (contei trinta até os 4 anos) que nos injetam nos primeiros anos de vida. A mim parece um assassinato em massa (vendo hoje com outros olhos após ler as pesquisas).
tabela-vacinas-sabara-pequena
A Dra. Humphries não é nenhuma teórica da conspiração, o que a estimulou em suas pesquisas saiu de casos de doenças se desenvolvendo em pessoas previamente hígidas, as quais relataram que ficaram daquele jeito depois de terem tomado determinada vacina. Ela, como nefrologista, começou a notar paciente entrando em falência renal alguns dias após terem sido vacinados.
O post de hoje é para poder já ir adiantando algumas informações bem resumidas sobre o que li nos artigos dela e após assistir uma palestra que ela deu na Suécia em 2014, como segue nos vídeos abaixo. Meu intuito é explicar que poderei ficar alguns dias sem publicar sobre outros assuntos, pois estarei legendando os vídeos abaixo e traduzindo a parte de Vacinação do site dela, que já começo hoje. Estarei focado nesse assunto porque não acho nada que me convença em língua portuguesa e tenho certeza que isso é de utilidade pública.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

A TEOLOGIA SOCIAL- Pobres e excluídos na visão da Bíblia


                            

              Feliz quem tem piedade e ajuda o oprimido;
             seus negócios serão conduzidos com retidão;
         mas a ambição dos injustos, no final resultará em fracasso
                                (Sl 112, 5. 10).


A Bíblia é um livro social, religioso e político, que conta a história de um povo e o amor que Deus tem por esse povo. Ainda pode surgir uma questão: Por que temas sociais em um trabalho teológico? Por que não apenas temas místicos? A mística, na verdade, consiste em adorar o mistério, que é Deus, cuja grandeza intrínseca e constituinte é o amor. Deus é amor (cf. 1Jo 4, 8.16). Ora, amor de Deus por mim equivale a amor de Deus por todos. Não parece lógico.


O objetivo do biblista é sempre atualizar a mensagem bíblica, a partir de uma leitura do passado, ligando-o com as necessidades da vida atual do povo. As opções de solidariedade começaram com o homem oprimido. Desde que o primeiro oprimido, Abel, sofreu violência, Deus colocou-se a seu lado, denunciando o opressor e condenando o mal cometido.


Como nação nova, Israel não possuía um sistema social e econômico estável. Para enriquecer ou adquirir algum poder ou status, as pessoas recorriam à corrupção, à venalidade, às trocas de favores escusos e, não raro, à violência e à desapropriação pela força ou pelo embuste. Igualmente a crença religiosa sofreu sérios problemas. O apiru (grupo de semi-nômades que perambulava pelo deserto) trouxe do Egito uma ponderável carga politeísta de um deísmo extremamente liberal. Lá eles aprenderam a adorar ídolos circunstanciais.


No aspecto econômico, o povo que saiu pobre do Egito, empobreceu ainda mais nos quarenta anos de andanças pelo deserto, não conquistou as melhores terras palestinas, foi explorado pelos chefes e serviu de mão de obra barata nos tempos do exílio. Esse mesmo povo, biblicamente chamado de resto, chega ao século VI a.C. na mais negra das penúrias, extremamente enfraquecido em sua cidadania, debilitado como nação, sem direitos ou propriedades. Toda a cristologia, baseada no amor preferencial pelos excluídos, traz consigo uma forte carga de solidariedade, despertada a partir do drama dos oprimidos de Israel. É a respeito deles que vai girar toda a nossa reflexão.


1. A POBREZA


Uma vez sedentarizada, a emergente sociedade israelita começa a acusar diferenças socioeconômicas oriundas de diversos fatores: a) práticas pré-capitalistas de exploração; b) violência para coonestar a ganância; c) origens pobres (no Egito e no êxodo); d) defraudação da boa fé; e) o êxodo sacrificou os fracos e os mais pobres; f) fenômenos diversos (secas, frustrações de colheitas, assaltos de bandidos, doenças, etc.). As Escrituras se referem aos pobres de Javé através de algumas expressões características:


 rãs  - indigente
 dål      -     desnutrido, magro (de fome)
 ebyon  -     mendigo
 anaw  -     empobrecido (plural,  anawin )
Às vezes, a expressão pobres de Javé, não é bem recebida em alguns círculos, sob a alegação de exclusão. A grande e insofismável verdade é que Javé ama os pobres, não somente pelo fato de serem pobres, mas sua contingência de exclusão. Ao mesmo tempo em que acolhe os anawim ele volta as costas aos opressores e despede os gananciosos de mãos vazias.



O Antigo Testamento é rico nesses ensinamentos, a partir das práticas sócio-fraternas que demonstram que a obediência à lei de Deus traz bênçãos (cf. Gn 22, 18). Nessa perspectiva, escolhemos alguns textos que deixam clara a afirmação do amor de Deus pelos empobrecidos:


Não explore o imigrante nem o oprima; lembre-se que você foi imigrante no Egito (Ex 22, 20).


[...] a terra não será vendida para sempre, pois ela é minha e vocês são meus posseiros (Lv 25, 23).


Em sua região não haverá mendigos porque o Senhor vai abençoar a terra  (Dt 15, 4).


A pobreza levanta uma série de questões sociológicas capazes de nos inquietar: Por que há pobreza? Quais as suas raízes? Como podemos classificar suas conseqüências? As respostas a estas questões podem ser enunciadas a partir das tantas verdades contidas nas Sagradas Escrituras. Ora, se Deus criou tudo para todos, quando se observar o desnível a que foram jogados os pobres, pode-se concluir que a aliança foi quebrada. A imagem e semelhança foi desrespeitada e  alguém vai pagar por isso: nesta ou na outra vida.


O excluído é aquele que já não tem mais nada para ser explorado. Se viver ou se morrer, tanto faz. Assim era na sociedade monárquica de Israel, assim ocorre no sistema neoliberal de idolatria de mercado de hoje. O excluído está, econômica e socialmente, um (ou mais) degrau abaixo do pobre. Há pobres porque há quem os explore e empobreça; há pobres porque a lei de Deus não é respeitada. Há ricos, cada vez mais ricos, a custa de pobres cada vez mais pobres.


O pagamento de impostos se converteu, desde o início, em uma rica fonte de recursos dos governos e um pesadelo para a população, em especial dos pobres, em vista da não-proporcionalidade dos tributos: o pagamento era per capita, independente de rendas e propriedades. Em alguns casos, autoridades, militares e sacerdotes eram isentados de contribuição. Em seu célebre perfil do opressor, Jeremias traça as características de alguns daqueles responsáveis pelo empobrecimento do povo:


Há ímpios no meio do povo; eles estão à espreita, como passarinheiros que se agacham para colocar armadilhas. Esses caçam homens. Como uma gaiola cheia de pássaros, assim suas casas estão cheias de rapina. Por isso progrediram e tornaram-se ricos, ficaram gordos e reluzentes. A maldade deles passa dos limites: não julgam conforme o direito, não exercem justiça para com o órfão nem julgam adequadamente a causa dos indigentes (Jr 5, 26ss).


Embora a situação fosse adquirir contornos de tragédia após as deportações, a bem da verdade é imperioso afirmar que a sedentarização estabeleceu um divisor de águas em algumas classes sociais da Palestina. Após o exílio, instaura-se um tempo de desgraça, profetizado por Amós (cf. 5, 13). As leis gerais, ditadas por Deus ao homem, não se prendiam a um verticalismo na relação Deushomem, mas obrigavam, igualmente, a uma relação horizontal, na solidariedade do homem com seu semelhante. Na espiritualidade judaica, apesar daquele aspecto não ser desprezado, a justiça era (ou pelo menos deveria ser) buscada no sentido de fazer a vontade de Deus:


Busca a justiça e viverás!       (Dt 16, 20)


Como decorrência da quebra da aliança e descumprimento da lei divina, começa a surgir a palavra há’tãt, cujo significado é desvio e teologicamente apropriada como ruptura entre o homem e Deus. Há’tãt seria traduzido mais tarde como peccatum (delito) no latim, hamartia (quebra) no grego, e sünde (afastamento) no alemão.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Eclesiastes 4




De novo voltei a minha atenção e vi toda a opressão que ocorre debaixo do sol: Vi as lágrimas dos oprimidos, mas não há quem os console; o poder estava do lado dos seus opressores, e não há quem os console.

Por isso considerei os mortos, mais felizes do que os vivos, pois estes ainda têm que viver!

No entanto, melhor do que ambos é aquele que ainda não nasceu, que não viu o mal que se faz debaixo do sol.

Descobri que todo trabalho e toda realização surgem da competição que existe entre as pessoas. Mas isso também é absurdo, é correr atrás do vento.
O tolo cruza os braços e destrói a própria vida.
Melhor é ter um punhado com tranqüilidade do que dois punhados à custa de muito esforço e de correr atrás do vento.
Descobri ainda outra situação absurda debaixo do sol:
Havia um homem totalmente solitário; não tinha filho nem irmão. Trabalhava sem parar! Contudo, os seus olhos não se satisfaziam com a sua riqueza. Ele sequer perguntava: "Para quem estou trabalhando tanto, e por que razão deixo de me divertir? " Isso também é absurdo. É um trabalho muito ingrato!
É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas.
Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se!
E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém, manter-se aquecido sozinho?
Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.
Melhor é um jovem pobre e sábio, do que um rei idoso e tolo, que não mais aceita repreensão.
O jovem pode ter saído da prisão e chegado ao trono, ou pode ter nascido pobre no país daquele rei.
Percebi que, ainda assim, o povo que vivia debaixo do sol seguia o jovem, o sucessor do rei.
O número dos que aderiram a ele era incontável. A geração seguinte, porém, não ficou satisfeita com o sucessor. Isso também não faz sentido, é correr atrás do vento.


A solidão é um dos males deste século. A depressão vem decorrente da solidão. Solidão não é somente estar sozinho, mas sentir-se sozinho. 
Sentir dor, sentir humilhação, cansaço da vida, tristeza, saudade, arrependimento, etc, geralmente nos afasta das pessoas, ou melhor, afastam as pessoas de nós. A maioria das pessoas não tem tempo, paciência ou boa vontade de ouvir o sofrimento do outro. Sempre a dor de quem ouve é maior do que a de quem fala, ou a dor de quem fala é exagerada pra quem ouve. 

Lidar com a solidão não é nada fácil. Tem gente que gosta de estar sozinho, e por consequência se torna uma pessoa intolerante, que tem dificuldades em conviver, de ouvir ou se envolver com alguém que apresenta algum tipo de dificuldade de se relacionar por causa da depressão ou por resquícios de sofrimentos passados. 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Desemprego leva à depressão e causa 20% dos suicídios no mundo Saiba como reconhecer os sintomas e auxiliar quem passa por essa situação





Por mais que o momento possa ser desafiador, resista ao desespero!

Vamos imaginar a seguinte situação: você sempre trabalhou, teve muitas responsabilidades e, de uma hora para outra, perde o emprego. Esse é um momento muito desafiador, ainda mais quando não se está esperando. Você pode aproveitar os primeiros dias para ‘descansar’, reorganizar a casa e os estudos. Porém, estar nesta situação também significa, muitas vezes, depender de familiares, dos amigos. E aí é a hora que bate aquele medo de não conseguir pagar o aluguel, a faculdade, a parcela do carro, não ter mais uma vida social, ou seja, ficar sem ‘nada’ do que se está acostumado.
Esse temor pode ser uma experiência devastadora, tanto é que muitas pessoas se fecham, isolam-se a ponto de entrarem num estado de profunda depressão. Nesses momentos, é essencial lembrar que você nunca está só e que pode contar com o apoio de pessoas queridas e da Espiritualidade Superior para vencer esse grande desafio. "Em qualquer circunstância, pense logo em Jesus".
Em períodos de crise econômica, todo o cuidado é pouco. Investigadores da Universidade de Zurique publicaram um estudo na conceituada revista The Lancet Psychiatry que, por ano, mais de 45 mil pessoas não resistem ao desespero e acabam tirando a própria vida. Detalhamos mais logo abaixo.

O FIM DO MUNDO CHEGOU?





Reportagens, documentários, filmes, depoimentos de cientistas, internet e organizações em todo o mundo, estão alertando sobre possíveis catástrofes como: terremotos; tsunamis; erupções vulcânicas; explosões solares; impacto de meteoritos; mudanças climáticas extremas; aumento do nível do mar; epidemias; pandemias; uma possível guerra nuclear, que encheria a atmosfera terrestre de fumaça radioativa tóxica altamente letal. Tais desastres criariam um cenário de caos, tão horrível, que nem mesmo em nossos mais terríveis pesadelos poderíamos imaginar.
Em virtude disto, várias pessoas em diversos países estão construindo abrigos subterrâneos em locais que julgam serem seguros, estocando água, mantimentos ou plantando alimentos de fácil cultivo. Alguns abrigos são verdadeiras fortalezas, na tentativa de conter possíveis invasões.
O fim do mundo chegou?
Estaríamos vivendo, realmente, os últimos dias?
Se você nunca se interessou ou tem dúvidas sobre este assunto, o que está escrito nestas linhas pode te ajudar.
Leia com calma e sem pressa.
Três dos quatro Evangelhos (Mateus, Marcos e Lucas), registram a pergunta que os discípulos fizeram a Jesus sobre que sinal haveria da Sua vinda e da consumação do século. Então o Mestre lhes respondeu:
E certamente ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim.
Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores”. (Mateus 24: 6-8)
Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino. Haverá terremotos em vários lugares e também fomes. Estas coisas são o princípio das dores”. (Marcos 13: 8)
Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino; haverá grandes terremotos; epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais no céu”. (Lucas 21: 10-11)