quarta-feira, 2 de julho de 2014

Wi-Fi: A morte invisível que está destruindo toda uma geração de jovens pelo mundo


A Agência de Proteção Sanitária da Grã Bretanha, em um estudo realizado em 2007, constatou que a "radiação de microondas na gama de frequência do wi-fi, causa alterações de comportamento, altera as funções cognitivas, ativa a resposta ao estresse e interfere nas ondas cerebrais." Também mencionaram os possíveis riscos para a saúde das crianças que frequentam escolas com redes sem fio.
Já havíamos visto mês passado no post "Uso de Extensivo de Telefone Celular Pode Triplicar Risco de Câncer de Cérebro" que o uso intenso de telefones celulares podem triplicar o risco de câncer de cérebro.

E não é de se duvidar que a radiofrequência dos celulares e sem fio, das torres de telefonia móvel e das redes WI-FI emitam radiação que de uma maneira ou outra, afete as pessoas que estão dentro do seu raio de ação.

estudo "Interphone", realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e publicado na International Journal of Epidemiology, apesar de não fornecer provas conclusivas sobre supostas terminais de segurança levanta suspeitas. Em uma revisão realizada em junho de 2010, assegurou que para cada cem horas de uso de seu celular, o risco de meningioma - tumor cerebral - aumentou 26 por cento.

Fernando Pérez, vice-presidente da Fundação para a Saúde Geoambiental aponta que as crainças em casa são as mais vulneráveis, juntamente com as mulheres grávidas, idosos e enfermos. "Todos os estudos epidemiológicos tem demonstrado os efeitos reais das radiações na saúde e no desenvolvimento das crianças", explica Pérez.

Claro que há outros estudos que afirmam que a exposição a este tipo de radiação é seguro. Mas se fosse assim, por que estão tomando medidas na Europa Um dos exemplos mais contundentes vem de seu vizinho. Na França, estão eliminando as redes wi-fi em bibliotecas, colégios e lugares públicos, "mas na Espanha a a lei remonta a 2001 e estabelece limites máximos que 4.000 vezes superiores aos recomendados pelo últimos estudos", aponta Pérez.

Por outro lado, existem 'relatórios científicos', que afirmam que as redes wi-fi são totalmente inofensivas, mas não se esqueça que a maioria destes "relatórios" são pagos pela "aliança WiFi" uma associação que representa a indústria WLAN, composta por mais de 200 grandes empresas.

Os sintomas de uma alta exposição a redes wi-fi se manisfestam como dor de cabeça, cansaço crônico, dificuldade para dormir, palpitações, dor de ouvido e insônia.

Por isso, o melhor é prevenir, se for o caso. Estas são algumas medidas que podem nos proteger das radiações wi-fi, tanto no escritório como em casa.

1 - Desconectar a conexão quando não estiver usando, especialmente durante a noite.

2 - Substitua o acesso sem fio, mediante cabo de rede, ou um PLC que permite que você use suas próprias tomadas elétricas e soquetes como rede local.

3 - Não abuse do celular. O melhor é utilizá-lo com a função viva voz ativada.

4 - Não utilize telefones sem fio DECT em sua casa, os quais emitem grandes doses de radiação. Se não tiver outra opção a não ser um telefone sem fio, escolha as opções tipo ECODECT, que pelo menos evita o problema quando o telefone está descansando na base.


Fontes:


O Facebook manipula o nosso feed de notícias


Somos ratos de laboratório para eles. Sempre nos manipulando por trás dos panos...



Notícia Publico.com.br - Quase 700 mil utilizadores da rede social foram submetidos a um teste comportamental sem o seu conhecimento. Uma prática eticamente questionável.

Há anos que a influência das redes sociais no comportamento humano, dentro e fora da Internet, tem sido estudada por todo o mundo. Os resultados têm mostrado, até agora, que existe uma relação entre as acções dos utilizadores dessas redes e o contexto a que nelas são expostos. 



Agora, a maior de todas elas, o Facebook, decidiu contribuir para o debate acadêmico. Mas não se limitou a observar: decidiu manipular os seus utilizadores. E à revelia.


O Facebook dividiu 689.003 utilizadores em dois grupos e filtrou o tipo de conteúdo que cada um deles recebeu no seu “feed de notícias” durante uma semana: uns receberam menos conteúdo “positivo” do que o habitual; os outros, menos publicações “negativas”. O objectivo era perceber se a exposição a conteúdos ligeiramente diferentes afectava o comportamento dos sujeitos da experiência na mesma rede social. Alterou, ainda que de forma pouco significativa.

Os autores do estudo – Adam Kramer, do departamento de investigação do Facebook; Jamie Guillory, da Universidade da Califórnia; e Jeffrey Hancock, da Universidade de Cornell – argumentam que “os estados emocionais podem ser transferidos para outras pessoas através do contágio emocional”. E dizem que o estudo o prova. Contudo, o que a experiência mostra é apenas que o comportamento dos utilizadores foi alterado pelas modificações introduzidas.

O que se verificou foi um decréscimo de 0,1% no número de “palavras positivas”, no grupo dos utilizadores que viram reduzidas as publicações com o mesmo tipo de vocábulos no seu feed, e uma diminuição de 0,07% no total de “palavras negativas” entre os que foram menos expostos a esse tipo de conteúdos. Ao todo, foram analisadas mais de três milhões de publicações (posts), contendo mais de 122 milhões de palavras – 3,6% das quais negativas e 1,6% positivas.


O artigo foi publicado, de forma discreta, na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) de 17 de Junho. A imprensa norte-americana só lhe deu destaque neste fim-de-semana, mas assim que o fez irromperam as críticas severas. Internautas e académicos mostraram-se estupefactos por o Facebook submeter pessoas a testes de manipulação psicológica sem o seu “consentimento informado”, como exige a lei nos EUA desde 1981.


O Facebook respondeu às acusações de falta de ética através de um porta-voz, que disse à Forbes: “Reflectimos cuidadosamente sobre as pesquisas que fazemos e temos um forte processo de análise interna. Não há recolha desnecessária de informação das pessoas com estas iniciativas de investigação e toda a informação é conservada em segurança.” Os participantes foram seleccionados aleatoriamente de entre os que então usavam a rede em inglês.



No entanto, o que está em causa não é a privacidade. É o facto de se terem manipulado seres humanos sem pelo menos os informar no final, como a lei norte-americana impõe que se faça quando estudos de evidente interesse público só são exequíveis sem o conhecimento dos sujeitos. A esse propósito, a empresa entende que todos os seus utilizadores deram o seu consentimento no momento em que aceitaram as condições de utilização para criar um perfil no site.


James Grimmelmann, professor de Direito da Universidade de Maryland, defende que esse “consentimento” é uma “ficção legal, concebida para facilitar as interacções online”. A política de utilização de dados do Facebook – bem mais extensa do que o artigo publicado na PNAS – não inclui uma descrição com os procedimentos deste ou de outros estudos, nada diz sobre possíveis riscos e não permite que se opte por não participar.


“O Facebook escolheu caminhar num campo de minas legal e ético; devemos sentir pouca compaixão quando ocasionalmente explode”, acrescentou Grimmelmann, no seu blogue. O próprio Adam Kramer, co-autor do estudo, acabou por reconhecer que “os benefícios da investigação talvez não tenham justificado toda a ansiedade” gerada à volta do artigo.


feed de notícias, onde lemos actualizações de amigos e páginas, é gerado individualmente a partir de um algoritmo. Não é a rede tal como a veríamos sem filtros. Se já existiam críticas ao afunilamento da realidade que provoca, agora os receios agravam-se. Não só por poderem vir a ser introduzidas variantes ao algoritmo que nos atirem para uma ficção distópica huxleyana, mas por a reacção a este estudo poder inibir o Facebook de publicitar os testes que levar a cabo no futuro. Como é uma empresa privada, não necessita de aprovação de uma comissão de ética.


Fonte: http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/o-facebook-manipula-o-nosso-feed-e-se-fizer-o-mesmo-connosco-1661119

Religião Universal: Berlim terá Primeira 'Igreja-Mesquita-Sinagoga' para Unir Religiões











Quem lê sobre sociedade secretas e sabe dos objetivos da Nova Ordem Mundial não vai ficar muito surpreso com essa notícia. Para unir religiões, Berlim terá primeira 'igreja-mesquita-sinagoga'.

"The House of One" (A casa de um, em tradução livre), como está sendo chamada, terá uma sinagoga, uma igreja e uma mesquita sob o mesmo teto.



O pastor Gregor Hohberg, um pároco protestante, disse que a Casa será construída no local onde foi a primeira igreja em Berlim, que data do século 12. A Igreja de St Petri foi duramente atingida no final da Segunda Guerra Mundial, quando o Exército Vermelho ocupou Berlim. O que restou foi destruído no período pós-guerra pelas autoridades da Alemanha Oriental.


"Sob o mesmo teto: uma sinagoga, uma mesquita e uma igreja. Queremos usar esses espaços para nossas próprias tradições e orações. E juntos queremos usar a área central como um espaço de diálogo e de discussão e também para aqueles não tem fé".


"Berlim é uma cidade onde pessoas de todo o mundo se reúnem e nós queremos dar um bom exemplo de união".


"A NOVA ERA", prega e divulga o ecumenismo, ou seja a união de todas as igrejas e religiões numa só ( católicos, evangélicos, espíritas, judeus, enfim todos juntos).




Político italiano propõe criar 'organização das religiões unidas' em roma

Cidade do Vaticano, 15 fev (RV) - O líder do Partido Democrático italiano, Walter Veltroni, propôs a criação de uma "Organização das Religiões Unidas", com sede em Roma, e assegurou que a ideia agradou muito ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e ao papa Bento XVI.


Veltroni explicou que sua idéia consiste na criação de um "palácio das religiões" em Roma, como o da sede da ONU em Nova York, no qual representantes de todas as confissões do mundo possam se encontrar e dialogar. O líder político assegurou que já propôs sua iniciativa, intitulada "United Religions" (Religiões Unidas) tanto a Bento XVI como ao secretário-geral da ONU.


Veltroni anunciou a proposta durante uma coletiva de imprensa para sua despedida como prefeito de Roma, pois inicia sua campanha eleitoral como candidato, do novo Partido Democrático, ao cargo de premiê, nas eleições de 13 de abril.


Três dos organismos das Nações Unidas têm sede na cidade de Roma: o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD), a Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO), e o Programa Mundial de Alimentos (PAM).


                                    ---------------------------------------

Sou a favor do fim das guerras motivadas por religiões, mas também sabemos que entre os objetivos da NOM, além de um governo único e uma moeda única, é a criação de uma religião universal... 

Fontes:



Os Direitos Humanos na perspectiva bíblica

Temos que reconhecer a dificuldade em definir exatamente o que são os direitos humanos. Alguns poderiam assumir que a noção de “direi...