sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Casamento - Unidade e cumplicidade



Viver em unidade não só produz satisfação emocional no relacionamento como também libera bênçãos de Deus para o casal. Quando os dois conseguem entender o que a unidade pode produzir em suas vidas, certamente faz de tudo para preservá-la.

Nessa fase, o casal começa a compreender porque o diabo luta tanto contra a unidade entre os cônjuges.
Jesus deixou de “bandeja” para todos os casais da Terra o segredo de um casamento extremamente feliz.
Ele esclareceu que a unidade e a concordância são o “sim” do homem para Deus, permitindo que Ele possa agir em nossas vidas. Isso é real, independente do que se crê.
Ainda vos digo mais: Se dois de vós na Terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. (Mateus 18:19,20)

A reflexão é: A falta de unidade impede Deus de agir. Quando há desentendimentos e discordância entre um casal, algo acontece também na dimensão espiritual.
Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações. (I Pedro 3:7)

Quando o homem deixa de dar honra à mulher como vaso mais frágil e começa a maltratá-la, ainda que só verbalmente ou enganando-a, está comprometendo não só a sua vida espiritual como toda a sua vida sentimental.
A Bíblia relata que as orações serão impedidas; e isso também vale para a mulher.

Nessas condições, mesmo que um dos dois clame a Deus, sua oração será impedida.
Trata-se aí de um princípio que foi violado.
Muitas pessoas insistem em acreditar em suas próprias verdades.
Acreditam em algumas partes da Bíblia e em outras não. Ou seja: aquilo que lhe é atrativo é bem recebido e aceito. O que lhe incomoda é questionado. Ora, acaso Deus é homem para que minta?

Quando marido e mulher se tornam um e falam a mesma língua, sem discordância, o resultado é a remoção de limites e é aí que Deus age com liberdade. No mundo espiritual, a união dos cônjuges não representa soma, mas multiplicação. Um faz fugir a mil de seus inimigos, mas dois fazem fugir dez mil! (Dt.32:30)

Sem cumplicidade não há acordo

É preciso haver cumplicidade, para uma união ser verdadeira é necessário que haja remoção ou acerto de pendências. (Pv.28:13)

Não se pode fingir que está tudo bem só para agradar ou não desagradar o cônjuge. Ser artista e interpretar uma reação irreal não produz união verdadeira. A sinceridade é a base de um relacionamento. Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. (Pv.27:5) Se a repreensão é dada com amor e sabedoria, certamente produzirá frutos excelentes.

O ajuste na relação conjugal pode não ser muito fácil, pois existem diferenças de personalidade, temperamento e educação, além das diferenças naturais entre o universo feminino e o masculino.

Quando, porém, o interesse é aprender com Deus sobre vida a dois, o ser humano consegue, sem dor, perdoar, ceder e recomeçar.

Independente do que o homem crê ou não, existe uma ordem de governo estabelecida por Deus para um casal. O marido é o cabeça (Ef.5:22-24), se entende que a palavra final é dele. O que não significa que ele esteja sempre certo ou que não deva levar em consideração o que diz a esposa. Se Deus instituía a mulher de ser chamada de auxiliadora, é porque o homem precisa de sua ajuda.

Para refletir:
Como andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?
(Amós 3:3)

Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.
 (Efésios 4:26,27)

A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15:1)

Pois onde há inveja e sentimento faccioso aí há confusão e toda espécie de cousas ruins. (Tiago 3:16)

O cansaço da alma


Sentiu-se cansado alguma vez, chegando a pensar em desistir de tudo e ir a um lugar distante, onde pudesse recomeçar a vida do zero? Pois é, esta sensação advém da desmotivação de continuar percorrendo o ciclo das rotinas diárias, cuja finalidade, por vezes, parece não haver sentido. 

Em geral, o cansaço emocional é o resultado inevitável de esforços pessoais prolongados; de sucessivas frustrações no trabalho, nos estudos e até mesmo na família; de eventos combinados que parecem conspirar contra a nossa paz; de sofrimentos internos contidos pelo medo das reações que as pessoas terão; etc. Nestes casos, pouco a pouco, percebemos uma baixa gradativa na disposição e na alegria que antes nos levava a superação das dificuldades com bravura e destemor. 

Estas experiências não podem ser subestimadas, especialmente porque drenam nossa vitalidade espiritual, tornando-nos inconstantes ou indiferentes em relação a Deus, leitura da Bíblia, oração, serviço cristão, contribuição e participação nas atividades da Igreja.

Na Bíblia encontramos o registro de diversos personagens que viveram situações de esgotamento, demonstrando quão profundas eram suas limitações, fraquezas e miséria. É o caso do autor, por exemplo, relatado no Salmo 42, entre os filhos de Coré (Êx 6:24; 1 Cr 6:31-37). A sua alma estava abatida (v. 5, 6 e 11) por causa da opressão dos seus inimigos que insultavam sua fé (v. 3, 9-10) e tudo isto afetou sua vida espiritual. Ele se angustiou entre o sentimento de ausência da presença de Deus e a convicção de estar nela. Perguntou: “quando irei e me verei perante a face de Deus?” (v. 2), depois: “Contudo, o Senhor, durante o dia, me concede a sua misericórdia, e à noite comigo está o seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida” (v. 8). É claro que as contingências da vida impactam nossas disposições e percepções. E não estamos imunes às aflições espirituais resultantes delas. 

Como poderíamos reagir em meio ao cansaço emocional? 

Salmo 42 diz que o autor desejou a presença de Deus (v. 1-2), expôs as suas angústias em lágrimas (v. 3), se lembrou das boas experiências vividas (v. 4 e 6), esperou pela resposta ao seu sofrimento (v. 5 e 11) e contou com a misericórdia de Deus em oração (v. 7-10). Além destas experiências, atentemos para as lições que emergem somente das circunstâncias de aflição, para nos tornar mais pacientes e sábios, desenvolvendo em nós resistência emocional e maturidade para entender e auxiliar outros. Lembremo-nos, também, que nunca estamos sozinhos nestas angústias. Homens e mulheres santas do passado passaram por situações semelhantes e até mais intensas que as nossas. 

Se ainda não conseguimos enxergar uma solução em curto prazo, não desistamos, pelo contrário, esperemos, como o salmista fez entre tantas perguntas sem resposta (sete ao todo), pois Deus ainda quer agir em nós exatamente nestes momentos, transformando fraquezas em forças, dúvidas em convicções, tristezas em alegrias, frustrações em benefícios que nos acompanharão por toda a vida!

Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.   Mateus 11:28

lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.    Pedro 5:7


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

DEPOIS DE VACINAREM 48 MILHÕES DE PESSOAS, VEM O ALERTA: “A VACINA DA GRIPE É UM VENENO MORTAL”



Recentemente, tem circulado pela internet uma mensagem que alerta para não tomar a vacina H1N1 pelo simples risco da síndrome GBS. Aparentemente, a vacina da gripe é um veneno mortal.
Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é a síndrome de Guillian-Barre, que já matou e incapacitou centenas de americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979, tendo sido confirmados 500 casos com esta síndrome. Então, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois, após terem sido vacinadas 48 milhões de pessoas.
Esta síndrome ataca diretamente o sistema nervoso e causa problemas de respiração, paralisia e pode até levar à morte. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90, foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca) constituía um risco significativo. Nos EUA, a FDA pediu insistentemente que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca fosse uma realidade.
Vários médicos, farmacêuticas e meios de comunicação continuam a mentir sobre o mercúrio em vacinas. Os mídia deixaram a ciência totalmente de lado na sua propaganda de incentivo à vacina contra a gripe, tendo deixado de mencionar de todo qualquer um dos riscos associados à mesma. Segundo quase todas as histórias publicadas, as vacinas contra a gripe oferecem praticamente proteção certa contra a gripe enquanto que o risco nunca é mencionado.
Na própria bula é revelado que a vacina nunca foi submetida a ensaios clínicos científicos: “Não houve estudos controlados que demonstrem adequadamente uma diminuição na doença influenza após a vacinação com Flulaval”, é o que se pode ler no folheto informativo num texto minúsculo que ninguém lê.

O PERIGO DAS VACINAS - A MORTE "QUASE" INVISÍVEL






Como velho pesquisador de teorias de conspiração, as vacinas eram algo que me chamavam a atenção, mas sempre que eu procurava por alguma fonte, sempre encontrava comentários fervorosos de renomados teóricos da conspiração, como Alex Jones, alertando sobre os perigos da vacinação. O problema maior é que sou médico e, infelizmente nunca me senti a vontade de publicar análises e algo do tipo embasado em comentários de pessoas sem a devida formação na área e, após algum tempo tendo deixado esse assunto meio que na “geladeira”, me deparei com o maravilhoso trabalho da médica Dra. Suzanne Humphries, que junto ao Dr. Roman Bystrianyk, lançaram o livro Dissolving Illusions: Disease, Vaccines, and Forgotten History (Dissolvendo Ilusões: Doenças, Vacinas, e a História Esquecida). Pessoalmente eu ainda não li o livro, mas se já quiserem ir adiantando a leitura (para aqueles que têm conhecimento em inglês), recomendo e muito (praticamente algo que deveria ser de utilidade pública) a leitura sobre os perigos da vacinação no site dela aqui.
Para quem nunca ouviu falar da Dra. Humphries, ela disponibiliza o currículodela no site, e posso dizer que é extremamente bem capacitada para falar sobre o assunto, até mesmo porque entendo ela ser atualmente o maior nome no assunto de pesquisa sobre os perigos das vacinas. Agora, se acham que os resultados da Dra. Humpries vão aparecer na grande mídia, esperem sentados, pois não é esse o objetivo das elites controladoras da mídia que adoram aquele que é o pai da mentira e veio para roubar, matar e destruir. O que me fez tirar esse assunto da “geladeira” foi quando passei o olho no programa “Bem Estar” da Rede Globo e vi um daqueles médicos de jaleco falando nos novos esquemas de vacinação para o Brasil. Ele falou de uma das doses da vacina anti-polio que antes era em gota, agora será injetável desde as primeiras doses. Isso me alertou pois, porque agora injetar mais uma vacina de uma doença praticamente desaparecida entre nós? Deem uma olhada num esquema completo de vacinação e observem a quantidade de “doenças atenuadas” (contei trinta até os 4 anos) que nos injetam nos primeiros anos de vida. A mim parece um assassinato em massa (vendo hoje com outros olhos após ler as pesquisas).
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A Dra. Humphries não é nenhuma teórica da conspiração, o que a estimulou em suas pesquisas saiu de casos de doenças se desenvolvendo em pessoas previamente hígidas, as quais relataram que ficaram daquele jeito depois de terem tomado determinada vacina. Ela, como nefrologista, começou a notar paciente entrando em falência renal alguns dias após terem sido vacinados.
O post de hoje é para poder já ir adiantando algumas informações bem resumidas sobre o que li nos artigos dela e após assistir uma palestra que ela deu na Suécia em 2014, como segue nos vídeos abaixo. Meu intuito é explicar que poderei ficar alguns dias sem publicar sobre outros assuntos, pois estarei legendando os vídeos abaixo e traduzindo a parte de Vacinação do site dela, que já começo hoje. Estarei focado nesse assunto porque não acho nada que me convença em língua portuguesa e tenho certeza que isso é de utilidade pública.

Os Direitos Humanos na perspectiva bíblica

Temos que reconhecer a dificuldade em definir exatamente o que são os direitos humanos. Alguns poderiam assumir que a noção de “direi...