terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

O que a Bíblia diz sobre a inveja?




A. A definição de inveja
1. Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materiais como qualidades inerentes ao ser) e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.
2. A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver". Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.
B. Vamos ver o que a Bíblia diz sobre a inveja, e como os cristãos podem superá-la?
1. Versículos da Bíblia relacionados: Êxodo 20:17, 1 Samuel 18:25, Provérbios 14:30, Marcos 7:21-23, I Coríntios 13:4, Provérbios 23:17, Lucas 10:27

1. A Bíblia ensina o seguinte.

A. A inveja é como um veneno. Provérbios 14:30.
Um coração cheio de graça e do amor de Deus alimenta a vida e o seu próprio corpo. Dá uma boa saúde e longa vida. Mas, o homem que inveja a felicidade e a prosperidade dos outros, é presa da sua própria alma, e não apenas desperdiça sua carne, mas enfraquece e consome as partes mais fortes de seu corpo, os seus ossos, são como uma "traça" dentro dele.
B. A inveja não é de Deus. Marcos 7:21-23. Nenhum cristão é um filho de Deus, se não está liberto da inveja. A inveja não é de Deus. O cristão que inveja a outra pessoa está imunda e nojenta diante de Deus.
C. Onde há inveja não há amor. I Coríntios 13:4. 
Jesus ensinou que a lei se cumpre em sua totalidade, se amarmos o Senhor nosso Deus com todo nosso coração, toda a nossa força, e toda nossa mente. E amar ao nosso próximo como amamos a nós mesmos (Lucas 10:27). A Bíblia também diz que o amor não inveja. Como eu posso chamar a mim mesmo de filho de Deus, se eu invejo o meu próximo?

2. As causas da inveja.

A. Descontrolado desejo de ganho material. Êxodo 20:17
Nas civilizações antigas uma prática comum entre os homens era matar o seu vizinho afim de possuir algo que pertencia à vítima. Isto poderia ser o gado, a riqueza, e provavelmente a mulher do outro homem. A falta de realização material e carnal levava-os a inveja contra os outros.
B. Sentimentos de insegurança e inferioridade. I Samuel 18:7-8. “As mulheres se alegravam e, cantando alternadamente, diziam: Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares. Então, Saul se indignou muito, pois estas palavras lhe desagradaram em extremo; e disse: Dez milhares deram elas a Davi, e a mim somente milhares; na verdade, que lhe falta, senão o reino?"
Saul se sentia inseguro e inferior quando viu que as pessoas receberam Davi como um herói. Davi ganhou graça aos olhos dos cidadãos que Saul não pode conquistar. Isto o intimidava tanto,  que a partir daquele dia ele tentou matar Davi.
C. A ganância por fama 
“Porque sabia que por inveja o haviam entregado" (Mateus 27:18). 
Jesus era um fariseu também. Ele era um mestre da lei. Mas ele era diferente do outros líderes judeus, Jesus falava com autoridade (Marcos 1:21-28) 
Multidões iam após Ele (Marcos 12:37). 
Jesus realizou milagres que os outros não fizeram. 
Pense! Você se sente inferior, quando você vê os outros mais abençoados do que você? Muitos cristãos estão perseguindo a fama.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ministrando aos que incorreram em pecados sexuais



Ir a Cristo é o teste decisivo da realidade, pois nos faz enfrentar o fato de que nosso pecado é nosso maior problema. Todos os dias, um crente deve enfrentar a realidade de que o pecado original nos distorce, o pecado atual nos distrai e o pecado interior nos manipula. Essa distorção, distração e manipulação criam uma distância entre nós e nosso Deus. Nós estamos em uma guerra, e quanto mais cedo a percebermos, melhor.
O sofrimento sexual vem com cargas de vergonha, pois o pecado sexual é em si mesmo destrutivo: nos persegue, nos aprisiona e nos seduz para fazermos a sua vontade. O pecado sexual não descansará até que tenha capturado seu objeto. Quando a nossa consciência nos condena, às vezes, tentamos lutar. Mas quando a vergonha impõe o isolamento, nos escondemos exatamente das pessoas e recursos de que precisamos. Nós ficamos apreensivos por isso, até que Satanás prometa enganosamente que o doce alívio virá apenas ao entretermos aquele olhar lascivo, clicarmos no link da Internet ou apagarmos as luzes de nossos quartos e corações, abraçando o semelhante portador da imagem divina que Deus nos proíbe abraçar.
Nós, ovelhas sexualmente feridas, sacrificaremos casamentos fiéis, filhos preciosos, ministérios frutíferos, trabalho produtivo e reputações imaculadas pelo prazer sexual imediato e ilícito.
Podemos orar sinceramente pela libertação de um pecado sexual em particular, apenas para sermos enganados quando sua falsificação nos seduzir. Quando oramos pela libertação do pecado por meio do sangue expiatório de Cristo, isso significa que eu conheço a verdadeira natureza do pecado, não que eu já não sinto sua atração. Se você deseja ser forte do seu próprio jeito, Deus não responderá a você. Deus quer que você seja forte no Cristo ressurreto.
As pessoas que são sexualmente feridas — você e eu — precisamos conhecer profundamente as seguintes realidades bíblicas se quisermos encontrar a liberdade em Cristo e ministrar a outras pessoas sexualmente feridas:

Os Direitos Humanos na perspectiva bíblica

Temos que reconhecer a dificuldade em definir exatamente o que são os direitos humanos. Alguns poderiam assumir que a noção de “direi...